1
- O custo total de pessoal migrou de R$ 35,8 bilhões
em 1994 para R$ 75,0 bilhões em 2002. Incremento de
109,50% em relação ao ano de 1994.
2 - Com base nos gastos até junho de 2003 podemos
projetar um custo total de R$ 74,4 bilhões em 2003.
Redução de 0,81% em comparação com o ano de 2002.
3 - Com base nos gastos até junho de 2003 podemos
projetar um rendimento médio mês, per capita, para 2003
com pessoal ativo (693.935 civis e 322.246 militares)
de R$ 3.116,24, sendo a média nacional dos trabalhadores
formais nas atividades privadas de R$ 844,70, ou
seja: 268,92% menor.
Ricardo Bergamini - Economista
Te
desejo que...
Nem Lula nem
nenhum dos seus " companheiros" sabem o que é lamber uma
cria como o sofrido cartão com inscrição no CNPJ conseguido
a duras penas. Não sabem o orgulho de ver exposto um Alvará
de Funcionamento. Não sabem quantas idas e voltas, quanto
tempo se levou para juntar os caraminguás e pagar as taxas
mortíferas ( pequenas para você, para outros é uma fortuna
). Que experimentem, cada um sozinho, tentar registrar
uma empresa, caminhar sob os espinhos dos pisos das repartições
públicas. Daí por que se precisa ter dinheiro para pagar
um despachante que conhece " os caminhos" tortuosos, conhece
as manhas legisladas e seus colaterais.
Melhor exercício
será se legisladores tentarem matar sua pessoa jurídica.
Capital de Giro, o quê é mermo, heim?
Vão todos morrer
sem saber, também, o que significa apresentar declaração
de IR e depois de alguns anos, descobrir que a Receita
anda atrás de você porque simplesmente "os dados
não se encontram em nosso sistema". E é esse
empresário que tem que correr atrás do sistema ladrão
de dados. Não acreditam no que você afirma nem que você
apresente o próprio documento comprobatório emitido pela
Receita Federal. Vão morrer sem saber o quanto é doloroso
ser visto com desconfiança nem que você se acabe em explicações
e ainda ter que ouvir: mas, igual ao senhor, na mesma
situação, tem uns dois milhões de empresas. Cadê a
moral do Estado ( União ) para cunhar empresários como
ladrões? Eles forjam os ladrões a ferro e fogo.
Lula e os companheiros
e não-companheiros, nunca ouviram o tom e a intenção da
voz do fiscal quando visita um empresário. Se eles soubessem...ah,
se eles soubessem.
Que continuem
na carreira de presidente de sindicato, de deputados e
outras mais solenes e importantes, mas deixem que pessoas
jurídicas possam existir orgulhosas em saber que estão
sustentando 75% da economia do Brasil, apesar de todos
esses paredóns.
E sabem mais
do quê?! Tem muita gente sentindo, mesmo, é saudade do
governo do Sarney!