Numa
semana marcada pelo avanço das tragédias e políticas
sociais, mais um projeto apresentado pelo Presidente Lula,
beneficiando os portadores de doenças mentais, mais do
que a loucura, a doidice rondava o Planalto. Por favor,
a doidice que rondava o Presidente não poderia ser pela
intenção do tardio cuidado nesta área da Saúde. Na verdade,
esse projeto é Cuidado com Doença e não com Saúde e trata-se
de um projeto direcionado aos portadores de doenças mentais
e seus familiares.
A
exemplo do amigo do Lula, pessoa física falida que, bancava
o doido e se internava em hospital psiquiátrico para tomar
um "sossega-leão" toda vez que se via premido pelos credores,
outros, com menos sorte não podem sequer tomar um "sossega-leão",
não podem ficar doidos. A julgar pela militância inegável
do Lula ele ao menos reconhece que os que devem
e reconhecem suas responsabilidade podem vir a apresentar
problemas mentais graves.
No
caso ilustrativo citado por Lula, o amigo que se aproveitava
da falsa loucura ou doidice, seria impedido de ser empresário,
empregador, pertencente à classe produtora. Triste exemplo,
mas no Brasil, pessoa física não pode nem falir, isto
é, poder pode, mas não deve porque se o fizer nunca mais
vai se levantar. Aqui já temos como oferecer à equipe
do governo, que trabalhe mais esta idéia em prol da sanidade
mental e do direito à vida para o povo brasileiro, e por
bondade especial, para os loucos que carregam nossa economia
nas costas.
O
que sustenta o doido pessoa física é o louco que é ao
mesmo tempo duplamente doido e louco por ser pequena pessoa
jurídica. Esperamos que a lembrança do amigo do Presidente,
endoidecido pelas dívidas, num país que gira em torno
de insegurança econômica e tendo a todo momento, também
os governos mudando as regras do jogo ou as quebram à
revelia do cidadão, a Saúde mental do povo está em constante
ameaça.
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Que
o Lula tenha mais uma idéia salvadora que não seja como
a doidice, fecho de ouro do evento, que ficou por conta
da "inusitada" aparição da salvadora de almas, a "evangélica"
Ruth Machado, tida como provável irmã da advogada do facínora
Fernando Beira-Mar, protegendo o Beira-Mar e os Beira-Rios.
Os Beira-Rios da Câmara dos deputados e do Senado devem
estar rindo tal qual hienas. Lá na terra dos pratos
invertidos, a Segurança Pública funciona da mesma
maneira que funcionou no Palácio do Planalto. Lá
nos pratos invertidos, os acordos para que as regras
e regulamentos internos sejam quebrados ao sabor das conveniências
pessoais.Como quebrada foi a Segurança do Planalto,
ao sabor do desejo do Lula.
Dando
continuidade aos "eventos" seguintes da mesma semana,
aparece a lista parcial das grandes empresas que ofereceram
financiamentos para última campanha eleitoral majoritária,
principalmente, para a presidência da república. Não conseguiu
tornar-se assunto de segurança nacional e está sendo tornada
pública, ainda que por desejo de muitos deveria ser. Esses
doadores já, automaticamente, se encontram vacinados contra
a loucura. Como se pode ver, na cidade dos pratos invertidos,
um prato fica para virado cima para apanhar e o outro,
virado para baixo para guardar o que já foi amealhado.
Disso
tudo, o bom mesmo é que o presidente Lula reconhece que
o Brasil é um país sob medida para o surgimento da loucura
ou da doidice verdadeiras ou disfarçadas
como recurso contra a falta de prontidão
da Justiça e da eqüidade diante do legal ou ilegal. Loucuras
e doidices premeditadas ou impelidas por necessidades
prementes.
Lula
reconhece, também, como todos brasileiros de boa fé, lúcidos,
reflexivos e bem informados, que para encontrar os chefes
do narcotráfico, basta vasculhar as coberturas dos bairros
nobres das grandes capitais do país. Rio primeiro e depois
S. Paulo. O resto em qualquer ordem porque os resultados
serão os mesmos. Alguns veículos da mídia não gostaram
dessa fala do Lula. Sabe-se lá o porquê. Mas, pela presença
da militante religiosa, defendendo Beira-Mar no Palácio
do Planalto, Lula pode ter intuído que é preciso ir além
das coberturas dos edifícios. Quebrar os elos com os grandes
produtores de drogas, leva mais tempo de viagem.
As
drogas ameaçam a sanidade mental, é questão
de Segurança e Saúde Pública.
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