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            Das Violetas
            Das Rosas
            Dos Cravos
               o simbolismo das flores

               Adriana Murin
               12, Março/2002

 

Das Violetas

Doce e delicada, tímida florescendo por debaixo da exuberante e aveludada folhagem era a flor favorita dos gregos. Conta a História que o Imperador Heliogábalo que governou entre 218 e 222, apreciava tanto as violetas que incluiu no cardápio imperial pétalas de violetas torradas com rodelas de laranja e limão. O mesmo imperador foi o inventor dos almofadões perfumados sobre os quais se deitavam seus convidados. Dos exageros florais do imperador Heliogábalo, sabe-se anda que as chuvas de pétalas de rosas e violetas que caiam sobre os convidados, pela alta madrugada, acabava por matar muitos convidados por asfixia ou intoxicação, quando acontecia de estarem em coma alcoólica ou extremamente alcoolizados e já adormecidos.

Um dos últimos imperadores que merecem menção especial. Heliogábalo (ou Elagábalo) foi um tirano da linha de Calígula e Nero. Ainda bastante jovem, escolheu o seu próprio nome, desejando caracteristicamente denominar-se Elagábalo, uma divindade erótica dos fenícios. De pequeno, já honrava a este deus e a outros deuses fálicos, interpretando ritos sodomíticos. Em textos diferentes, ele apararece como sacerdote sírio e intelectual.

A sociedade abastada faziam uso das flores, em geral, para demonstrar todo tipo de sentimento: sofrimento, discrição e paixão.! Clique para saber o significado simbólico de algumas flores.

As rosas, lírios e jacintos eram as flores dos gregos e que os romanos passaram a apreciar, embora a predileção daqueles fosse pelas pequenas violetas. Era comum na Grécia antiga adornar com grinaldas de violetas as porta da casa dos apaixonados e naquelas onde nascia uma criança, bem como oferecê-las aos visitantes ilustres e servirem como ornamentos de mesas em grandes banquetes.

Em acontecimentos importantes, as ruas eram profusamente enfeitadas com guirlandas feitas com violetas. Outra curiosidade interessante era que, quando as crianças ultrapassavam a idade de três anos eram presenteadas com coroas de violetas. Supõe-se que fosse devido às altas taxas de mortalidade infantil e oferecer flores às crianças era símbolo de gratidão à vida.

Símbolo do recato e da virgindade as violetas eram usadas para cobrir o leito nupcial. Os atenienses eram absolutamente apaixonados pelas violetas e a tal ponto que no inverno os vasos eram protegidos em pequenos pátios abrigados das intempéries por altos muros cobertos com esteiras.

Na Idade Média, oferecer um ramo de violetas a uma mulher significava que a presenteada além de corporificar a pureza era a grande paixão irrevelável. . As mulheres usavam põr uma violeta no chapéu do amado secreto. Em alguns países da Europa, a violeta já teve o significado de ser a flor do primeiro amor.

O lírio também tinha significado para os tímidos que os ofereciam as suas amadas. O oferecimento de lírios significava que o amado tinha medo de declara o amor sentido e mais ainda, medo de ser rejeitado.

 

Das Rosas

Numa jarra de vinho deveria ser pendurado um ramo de rosas por três dias, três noites e três horas. Após esse tempo a amada ou o amado deveria oferecer uma taça de vinho sem que fosse do conhecimento dela ou dele.

Os cavalheiros que lutavam contra causas, faziam uso da rosa no barrete de veludo.

Dos Cravos

Luís IX, rei de Espanha — 1226-1270 — ao chegar a Túnis, Norte da África, comandando uma cruzada à Terra Santa, espargiu cravos sobre a população. O rei não fez isto por tratar-se de algum tipo de saudação magnânima, mas por acreditar que as flores evitavam epidemias. ( os aromas ) e assim poderiam, também, combater a peste que assolava o mundo medieval.

 

 

 

 

 

 

Acácia amarela - amor secreto

Acácia branca ou rosada - constância , elegância

Alecrim — recordação

Alfazema - reconciliação

Amarílis - orgulho

Amor perfeito — meditação, recordações, reflexão

Anêmona — ciúme

Antúrio — imponência, Autoridade e Luxo.

Artemísia — felicidade

Azaléia branca — romance

Azaléia rosada — amor à natureza

Extraindo do site: http://www.holambra.com/artigo1.htm -

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