continuação
Se
você deu razão ou ao menos ficou curiosa com
respeito à situação do cliente "
louco", isso já foi um bom começo
para provar que você pode ser uma empresária
que sabe valorizar a sua matéria-prima. O seu cliente.
prossiga com a leitura:
O
presidente da Pontiac ficou sem compreender a carta, mas
enviou um engenheiro para checar o assunto. Este ficou surpreso
por ter sido recebido por um homem bem sucedido e educado,
de bons relacionamentos. Ele então combinou de encontrar
o homem logo após o jantar. Os dois entraram no carro
e se dirigiram até a loja de sorvetes.
Naquela
noite foi escolhido o sorvete de baunilha, certo o bastante
de que depois que retornassem ao carro, ele não iria funcionar.
O que efetivamente aconteceu O engenheiro retornou por mais
três noites... Na primeira noite, o homem escolheu o sabor
chocolate. O carro funcionou. Na segunda noite ele escolheu
morango. O carro funcionou. Na terceira noite, ele pegou
o de baunilha. O carro falhou. O engenheiro sendo um homem
lógico, recusou-se a acreditar que o carro daquele homem
era alérgico a baunilha! Ele então combinou de continuar
as suas visitas ate que conseguisse resolver o problema.
Começou
a fazer anotações: anotou todos os tipos de dados, hora
do dia, tipo de combustível usado, hora de dirigir, etc.
Em pouco tempo, ele tinha uma pista: o homem levava menos
tempo para comprar o sorvete de baunilha do que qualquer
outro sabor. Por quê?
A resposta estava na disposição
da loja. Baunilha, sendo o sabor mais popular, estava numa
caixa separada na frente da loja para ser pego rapidamente.
Todos os outros sabores eram mantidos nos fundos da loja,
num outro balcão, onde se demorava consideravelmente para
pegá-los. Agora a pergunta para o engenheiro era porquê
o carro não queria funcionar quando se levava menos tempo.
Uma
vez identificado o problema - lógico que não era o sorvete
de baunilha o engenheiro veio rapidamente com a resposta:
saída do vapor. Estava acontecendo todas as noites,
mas o tempo extra para pegar os outros sabores deixavam
o motor esfriar o suficiente para funcionar. Quando o homem
pegava o sorvete de baunilha, o motor ainda estava quente
para o vapor ser dissipado. Moral da historia: ate' os problemas
que parecem mais banais às vezes são validos... então, nunca
devemos prejulgar, ou dispensar um problema em potencial
relatado a nós. por um cliente. Essa é uma
historia verídica.