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Em algumas circunstâncias,
a junção de todos os grupos torna-se exigente
de uma qualidade de cuidados especiais.
Ou seja, fazem dessas ocasiões,
situações sociais que demandam de formalidades.
Necessitando de detalhada organização que atendam
priorizar o grupo, elevado a homogeinização afetiva.
Essas ocasiões tornam-se
raras e especiais como em casamentos e funerais. Diplomação
de cargos eletivos e recepção para homenagens
e outras, mas sempre em caráter de exigência cerimonial.
O grupo um quando participante,
elevados à homogeinização afetiva em relação
ao grupo dois, perde em afetividade e se equipara ao
grupo mais distante na afetividade.
Daí porque quando o relacionamento
acontece em caráter social festivo os custos do evento
tornam-se elevados. Demandando de investimentos maiores e mais
dispendiosos, além de perder em delicadeza de detalhes
individuais. E se qualquer excessão for feita, corre-se
sérios riscos de perda e de quebra de cerimonial, descaracterizando
o ato.
Salvo as raras excessões,
deve-se manter os grupos com tratamento diferenciados na mesma
proporção da sua relação afetiva.
Grupo de família e grupo social/profissional. Poucas
vezes esses grupos se encontram num mesmo lugar. Até
porque as relações são tão distintas
que o prazer em tê-los próximos se dilui, quando
não acaba por criar situações de difícil
manejo.
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