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Separação

 

 

 

 

Dia do
Consumidor
 

Maria José Loredo Moreira de Souza, mulher, mãe, vítima.
Qual o tamanho da solidariedade feminina? Ela existe mesmo ?

 
Seja ditadora
da sua moda

Incremente a moda de inverno, começando desde já a preparar peças de roupas e acessório em tricô. Um pulover personalizado ou uma suéter com estilo.

 
Como estão as cortinas da sua casa?
 

Mesmo com dinheiro suficiente, sobrando, nós mulheres brasileiras precisamos aprender o que já sabem as mulheres dos países ricos: economizar, gastar menos e ter qualidade e durabilidade.
Durabilidade é a palavra-chave. Se um bem tem durabilidade isto significa economia. Essa máxima deveria ser utilizada para vestuário, roupas de toda a ordem, cama, mesa, banho e o mais.

 

Portal www DominioFeminino com

 

 

 

 

 

Um dia...ela começa, mas não
se sabe quando nem como

 

Cuide desse jardim

A separação inicia seu processo de forma lenta. Os desgastes e os desencantos vão sendo inoculados no cotidiano de um casal, ocupando gradativamente os espaços, que antes em algum tempo, era ocupado pela magia e pelo encantamento. Em um momento já distanciado da lembrança, o espelho de cristal partiu-se. Emendar espelho é impossível. A imagem refletida é uma imagem partida, dividida e cheia de desfigurações e distorções. A crise conjugal!


Cabe lembrar que acontece tanto com a mulher quanto com o homem. Quem começou o quê? A resposta a esta questão não tem a menor importância, até mesmo porque ela inexiste. Alguma coisa que aconteceu a primeira vez, da segunda em diante não deu pra sentir muito a diferença ou, logo na primeira, toda diferença dentro da relação. A cada rachadura, o espelho diminui o espaço para refletir uma imagem inteira do par.

Dessa forma cabe até pensar que não foi o amor que acabou-se e sim o espaço para o amor. No cotidiano o espaço para o namoro e para a sedução vai se estreitando de tal forma que o amor, sem escolha, vai ficando escondido em vãos inatingíveis. Acabando por tornar-se um fantasma, uma transparência em sépia.
Aí, um dia fica até parecendo que foi de repente, não mais que de repente, que a  convivência se tornou um tormento; o menor dos detalhes assume enorme proporção. O som do chaveiro na mão dele, a forma como ele fala. O primeiro vira barulho e o segundo um grunhido. O novelo vai ficando cada vez maior e mais emaranhado. Insuportável.

Separação só se não puder recuperar

Acompanhando todo o processo vem vindo a fuga da cama, da vida a dois. A libido toma outros caminhos ou procura alguém que quando está falando seja ouvida como uma fala de verdade e não um grunhido ou tenha som de um animal ameaçando morder. A auto-estima cada vez mais presente e atormentadora. Inquietações, taquicardia, processo de ansiedade, quando não, em situações mais dramáticas,  somatização mais grave. Sensação de desamparo de solidão. Muita solidão e abandono.
Será que é fácil para todas as mulheres identificar esses sintomas como “a hora do chega” ?


Tudo se confunde com uma crise na relação, pressão financeira e profissional. Também isso posto no liquidificador, o casal perde o referencial como participantes de uma vida em comum. Cada um passa a viver como se não pudesse contar com a colaboração e participação do outro. Nesse processo, as partes vão se distanciando cada vez mais. Antigamente, as conversas cúmplices; os olhares decodificadores dos sentimentos não mais se alcançam e se desviam. 


Ao contrário do que fica-se pensando é que o sofrimento é unilateral; nem sempre. Muitas vezes as duas partes estão vivendo o mesmo sentimento com a grande e importante diferença: não estão compartilhando. 


Pelo lado do homem, a situação é muitíssimo mais complicada, visto que, em geral o homem costuma  ( ou foi obrigado culturalmente ) fechar-se em concha; ao contrário do que costumamos imaginar, o sofrimento deles é mais doloroso porque em silêncio, tudo dói mais.


Para nós mulheres, é mais fácil nos abrir no ombro de uma amiga, ou um amigo muito especial. Já os homens, quando chegam a assumir o sofrimento conjugal é porque está vivendo uma situação asfixiante, visto que por suas dificuldades em expor sentimentos, eles acabam por isolar-se dentro de si mesmos. Essa é uma das heranças malditas da educação e da cultura do "homem não chora". Quase sempre os homens, principalmente aqueles homens sensíveis, saem da relação mais frustrados do que nós mulheres; claro que isso não é regra, como também seria perigoso afirmar que nós mulheres saímos mais magoadas.

 
Conseqüência dessa mesma cultura, na relação conjugal, a mulher, quase sempre é - apenas para não ser tão radical - quem  se esforça para manter a comunicação relacional em equilíbrio. Mas quando vem  o cansaço do esforço repetitivo, cessam as possibilidades para reverter a situação.


Será mesmo apenas mais uma crise? Como diagnosticar a separação iminente que tantas vezes se tenta mascarar como "apenas uma crise" ?

Que fazer?

 

Direitos reservados à Corpo da Letra Editora Ltda - corpodaletra@dominiofeminino.com.br 
Texto extraído do livro O homem nosso de cada dia, a ser publicado.

 

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