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Bodas de Pérolas

Maria Luiza Curti
Comunique-se
30, Julho/2002



30 anos juntos. Recebi um e-mail de uma amiga de muitos anos, antes mesmo que ela se casasse. Pedi permissão para usar sua mensagem no artigo e, claro, suprimindo alguns trechos e trocando os nomes para preservar sua identidade e do marido.

----- Original Message -----
From:
To:
Sent: Saturday,......5:04 PM
Subject: BODAS DE PÉROLAS

Hoje é uma data muito importante para mim e para o Álvaro, estamos fazendo trinnnnnta annnnnos de casamento. Ufa! Não é brinquedo não, mas graças a Deus, entre tapas e beijos, conseguimos chegar até aonde nos encontramos hoje.

Entre erros e acertos, com dois acontecimentos maravilhosos em nossas vidas (nossas filhas) eu só tenho a agradecer a Deus mesmo.

Eu me adaptando aos seus roncos noturnos e ele à minha rabugice, e assim caminha a humanidade...

E a paixão? Está de tremer as pernas, com um simples olhar acaba! Mas o amor, a amizade, a tesão, os sonhos, estes por incrível que pareça, ainda existem.

Não consigo mudar, continuarei romântica o resto dos meus dias. Hoje, por exemplo, se eu fosse o Álvaro, chegaria em casa e faria um convite para a Rita:

— Querida, vamos sair logo mais à noite?
— Claro, aonde iremos?
— Surpresa!

Eu a levaria para jantar em um restaurante muito romântico à luz de velas, durante o jantar lhe daria uma nova aliança, se possível, com um brilhante em cima (a antiga ele jogou fora num momento de raiva). Depois, acabaríamos em um quarto de motel no maior rala e rola.

Mas, como sei que não vai acontecer nada disso, já arrumei uma mesa bem bonita, à espera de uma pizza. Logo mais vou me contentar em encostar o meu pezinho no dele...

Sonhos... Sonhos... Sonhos... melhor tê-los do que perdê-los...

Beijos
Rita


Por um certo tempo da minha vida achava que as relações duradouras eram construídas de paz, alegria, harmonia, flores, lagos de mel e nuvenzinhas cor-de-rosas, até que fui à casa dos pais de uma outra amiga.

Eles haviam acabado de comemorar, com grande festa, bodas de diamante. Comentava com ela da minha admiração por aqueles velhinhos que conseguiram a proeza de viverem 60 anos de felicidade – ela, quieta.

Notei no quarto dos seus pais, duas camas de solteiro. Quando perguntei por que eles dormiam separados, ela respondeu: “É para não se matarem”.

Claro que são raríssimos os casais que chegam aos 60 anos de convivência com idéias assassinas, mas, desfrutar permanentemente de prosperidade e harmonia também são exceções de alguns privilegiados.

A paixão vira fumaça; graças a Deus, quem resistiria a 30 anos de paixão? A amizade às vezes estremece, o sexo pode pedir concordata de tempos em tempos. Poucos conseguem passar incólumes pelas, quase eternas, crises financeiras do país e sempre sobram mais “tapas” do que “beijos”.

Então, quais casais conseguem chegar aos 30 e mais anos com toda essa turbulência?

Quando a paixão vai esmaecendo há um sentimento que dá base forte à relação, o amor. Ao contrário da paixão, o amor verdadeiro não tem prazo de validade e costuma agüentar chuvas e trovoadas.

Mas, esse sentimento precisa de um outro componente para se tornar imbatível; quando o casal costura, juntos, projetos de vida na base que é o amor, o relacionamento se torna forte pois as pessoas resistem em abandonar seus sonhos.

Não cabe aos “de fora” de uma relação fazer juízo de valor sobre ela. Todos em algum momento já observamos relacionamentos que não dávamos “um pequi roído” por eles e, estranhamente, a união se mantém pela vida afora. Da mesma forma, relacionamentos que considerávamos perfeitos, ruíram.

A teia de motivos que sustentam uma união é que detém a identidade de cada casal e, apenas os dois estão de posse desse conhecimento, portanto, não é totalmente desprovido de razão o antigo ditado: “entre marido e mulher não se mete a colher”..

 

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