.
                                   
DF
                         
.
..                    
.                                        
NósMulheres
.
     

 

    Editoria Mulher
    Artigos
    Entrevistas
    Depoimentos
    JovensElas
    Moda e Assessoria
    Famosas e importantes
    Separação
    Tudo para Noivas
    Beleza
    Idéias
    Seguros
    Serviços do DF
    Trabalho&Negócios
    Lar, Casa e Decoração
    Filhos
    Marido

 



   AIDS:
   Não bote a mão no fogo

 

   Maria Luiza Curti
   Psicóloga clínica – crp. 14/01733-1
   Comunique-se
   09, Dezembro/2002



As mulheres são metade dos 38 milhões de casos de adultos infectados pelo HIV, segundo o relatório Aids Epidemic Update e divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Esses 50% significam que as mulheres atingiram a igualdade com os homens no número de casos de Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

Triste e indesejada igualdade.

Como as mulheres conseguiram atingir esse lugar?

Parece que dois fatores contribuíram para esse infeliz patamar de feminização da doença: a transmissão heterossexual e a iniciação sexual precoce das meninas.

Houve um aumento de casos de Aids entre as mulheres que têm parceiro fixo, assim como, namorado e marido. Elas têm grande dificuldade em negociar com eles o uso do preservativo.

É incrível o egoísmo e o hedonismo de certos homens que em nome do seu prazer imediato e egoísta, deixam de se proteger e conseqüentemente colocam em risco a própria vida e a da parceira fixa.

A mulher, por sua vez, precisa ter um pouco mais de amor à própria pele e ser mais radical quando se trata da sua autopreservação, pois quando ela se recusa a correr riscos, está preservando também seu parceiro e os filhos que por ventura gerar.

A mulher tem que ter em mente que, por mais segura que lhe pareça sua relação amorosa, pelo tempo e/ou pela intensidade, e por mais que sejam grandiosas as juras de fidelidade eterna, cabe aqui como uma luva o antigo ditado: “o seguro morreu de velho!

O outro fator lamentável, que alavancou os casos de Aids entre as mulheres e foi detectado em pesquisas, é a precocidadecom que as meninas estão iniciando a vida sexual e contraindo o vírus, em torno de 13 anos.

Imagine que, como já dissemos, da dificuldade que uma mulher adulta, com mais bagagem de vida e, portanto, com um maior poder de argumentação e persuasão, para convencer seu parceiro a se precaver com preservativos, o que dizer de uma menina que mal saiu da infância?

Ultimamente está havendo toda uma cultura de erotização da criança, desenvolvida pelos meios de comunicação de massa pela banalização do sexo. Faz parte dessa massificação, roupas de adulto em miniatura, maquiagem, mães coniventes que colocam química forte nos cabelos das filhas para tingir. Crianças dançando com trejeitos eróticos. As meninas de hoje são uma caricatura miniaturizada de adulto e tudo isso em detrimento de uma fase muito importante na vida do ser humano que é a infância e, não se pula uma fase da vida do ser humano impunemente. Enfim, tudo isso pode desembocar numa vida sexual precoce e arriscada.

A jovem púbere parte para uma atividade sexual para a qual não está, física e emocionalmente preparada e, muito menos, para uma gravidez e parto.

As conseqüências, entre outras, são: gravidez não desejada e a contração de doenças sexualmente transmissíveis.

O Dia Mundial da Luta Contra a Aids, e os outros dias também, é perfeito para uma reflexão sobre essa doença, a discriminação que a cerca e o aumento da ocorrência de casos entre mulheres e meninas.

Nunca é demais lembrar que para haver contaminação é necessário que o HIV seja transmitido, de pessoa a pessoa.

A contaminação pode ocorrer do contato com os líquidos sexuais, sangue ou leite materno. Nem todo soropositivo manifesta a Aids rapidamente. Alguns portadores vivem longo tempo sem apresentar sintomas da doença, isso depende do sistema imunológico de cada um. Mas, mesmo não apresentando sintomas, o portador transmite o vírus.

Não se pega Aids compartilhando talheres, roupas, locais ou por dar beijo, abraço, apoio. Solidariedade, também, não contamina.

A progressão do número de mulheres e meninas contaminadas, relaciona-se à despreocupação com comportamentos de risco e, sobretudo, sexo sem camisinha. Nas meninas por imaturidade e informação falha. Nas mulheres, muitas vezes, por conta de uma pseudo-segurança que lhe traz uma relação antiga ou um amor idealizado, imensurável e sem traições. E nesses casos, a velha prudência aconselha: Não bote a mão no fogo por ninguém!

 

Alto

 

                    

DF
Interativas

Amizade

ClubeDF

CtrlQualidade

Participe
Expatriates

Onça

Amor

Seguros

Socorro

Trabalho&

Negócios

Serviços

Separação

Moda

ElesPorEles

Viagem

Cultura

NetColun@

NetHumor

Brechando

Entrevistas

Mulher

JovensElas

Noivas/Noivos

Perfumes

Lar&Casa

Lojas

Saudável

Internacional

Lazer

Lojas

Temáticos

Editorial
Opinião
Editora
DF

Domínio Feminino © 1998 -2004. Todos os direitos reservados. ] Brasil - Brazil, we speak brazilian Portuguese