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Serve como proteção
contra impacto, frio, calor, chuva, orvalho, infecção,
contra barulho e insetos, para colaborar no equilíbrio psicológico
em caso de perda de cabelos etc .
A maioria dos estilos
de chapéus, os mais conhecidos e usados até nossos
dias, tem sua origem nas toucas simples confeccionadas em tecidos
para uso de bebês, crianças, adolescentes e senhoras.
Eram usadas até na hora de dormir por homens e mulheres de
épocas remotas.
Se consideramos
que cerca de 85% do calor do nosso corpo é perdido através
da cabeça, então em situação de repouso,
quando a circulação do sangue diminui sua atividade,
demonstra necessidade de proteção. Por este motivo,
desde tempos os mais antigos, os bebês são protegidos
por toucas não apenas em dias ou países de climas
frios, quando requer que o tecido seja capaz de, não apenas
reter o calor, mas aquecer, assim também em dias quentes
e de sol, o tecido deve ser leve para oferecer circulação
de ar e que a touca tenha abas para proteger os olhos contra o excesso
de luz.
O mesmo vale para
os adultos. Para proteção dos cabelos, dos olhos e
da pele. Contra os ventos, contra a poeira, umidade, contra a desidratação
ou raios solares. Em viagens, de avião e de automóvel,
é super indicado o uso de boinas, gorros, bonés, ou
cloches, chapéus leves e de abas pequenas, ajustados à
cabeça. Modelo, material usado na fabricação,
cores e ornamentos ficam na dependência não apenas
das estações, como também dos formatos de rosto,
hora em que será usado, gosto pessoal.
Por força
de uma calvície precoce a peruca usada por Luis XIII (1624)
pôde ter outras aplicações. Para as classes
altas e médias, além da função de amenizar
o mal estar psicológico provocado pela falta de cabelos,
a peruca servia aos que não apresentavam calvície
ao encobrir a epidemia crônica de pediculose ( piolhos ) o
que paradoxalmente estimulava-se a manutenção do habitat.
O motivo que levou Luis XIII ao uso de um protetor de cabeça
é o mais ilustrativo caso de necessidade de apoio psicológico
e, portanto, benefício à saúde mental.
Neste aspecto contextual,
por tratar-se da maior representação do poder, naturalmente
a imitação foi seguida pela nobreza, com a devida
permissão - e continuada por Louis XIV, filho de Luis XIII,
e, gloriosamente ampliada para a moda por Luis XV, pode-se entender
que as perucas usadas nas cortes européias possam ser consideradas
os primeiros chapéus como acessório da moda ocidental,
pois sua confecção significava mais um direcionamento
para a economia. Para sustentar a produção em escala
( dentro dos parâmetros da época, imaginando-se que
nenhum nobre tivesse apenas ou duas uma perucas ), exigia mão
de obra especializada de artífices e matéria-prima.
Eram adotadas como adornos de moda, pois variavam em seus estilos
individuais e materiais empregados, quando usadas, principalmente,
pelas mulheres.
NOTA:
perucas já eram usadas desde as civilizações
mais antigas, como os egípcios .
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