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Tanto
o meio científico quanto os onguistas estes últimos,
histéricos vivem a preservar ovinhos de aves, peixes,
filhotes de tudo quanto é animal contra a extinção. "Salvem
os animais". Todo e qualquer embrião de um futuro rio, mínimas
fontes que brotam da terra, mananciais preciosos são merecedores
de cuidados porque são Vida.
O mesmo
ser humano que trabalha para "salvar o Planeta Terra" trabalha
também para alterar o curso do Universo. Esforça-se para dizer
que a Natureza não foi sábia o suficiente, e cria os híbridos,
muda curso de rios. Cruzam e descruzam a Natureza, interferem
na Criação. Faz um pacto de não destruir a Terra e cria a indústria
monumental dos Créditos Carbono: estou pagando para destruir.
Em
breve olhadela nos paradoxos, parâmetros globais, está a discussão
sobre o aborto. Em todos os argumentos em favor da descriminalização
do aborto não se lê e nem se ouve falar de nenhum resultado
estatístico no que tange à conseqüência de infertilidade
de fundo psicológico causado pelo sentimento de culpa e, isto
existe, mas, não existe por ser passível de punição legal e
sim pela consciência que a mulher tem sobre o fato de ter assassinado
seu próprio filho de maneira covarde.
Há,
também, casos em que mulheres primíparas, principalmente, após
um aborto não apresentarem nenhum problema em engravidar, mas
que não conseguem levar a gestação a termo pelos mesmos motivos:
bloqueio de fundo psicológico, inconscientemente, causado pelo
sentimento de culpa.
Os
ginecologistas, obstetras e endocrinologistas, possivelmente,
ainda não atentaram para essa correlação direta. Os abortos
espontâneos são sempre considerados como tendo suas causas em
deficiências hormonais ou outras "palpáveis".
O argumento
máximo brandido pelas defensoras do aborto com base na tese
de que a mulher pode e tem o direito de dispor sobre seu corpo
como lhe aprouver, precisa ser melhor definido. Sim, ela poderá
dispor de um rim, um pulmão, um olho, qualquer parte, não-vital
do seu corpo para doação de órgão, em vida. Poderá até doar
seu útero se for possível, extraí-lo para transplanta-lo em
outra mulher.
Antes
de pensar em ser uma intransigente defensora do "seu corpo",
imagine que você estará sendo instrumento da mais
recente indústria na área da medicina: as clínicas
especializadas em aborto.
Ocorre
que, uma vida em formação dentro de seu útero não é parte do
seu corpo, não é sua propriedade, não é um órgão, é sim o desdobramento
da sua própria vida.
Que
ao extrair uma vida em desenvolvimento, a mulher deseje que
lhe seja, juntamente com a vida do filho, extirpado o útero,
este órgão incômodo e ameaçador, pois ele é o culpado por abrigar
o indesejável. Ainda que assim pudesse ser, o que está dentro
do útero não lhe pertence.
No
Brasil, principalmente, todas nós sabemos do quanto o
Ministério da Saúde está mais para o Ministério
da Morte. Hospitais desaparelhados, médicos exaustos
e mal remunerados, comprometimento das imundas instalações
hospitalares muitas particulares podem ser incluídas.
Instituída
a prática legal do aborto, rios de dinheiro correrão
para investimentos em clínicas e hospitais de luxo, para
aquelas que possam pagar ou tiver quem assuma a despesa por
ela. Mas e o resto? O resto morrerá nos corredores dos
hospitais do Sistema Público da Morte.
Toda
e qualquer cirurgia é um risco. Se vamos pôr nossa
vida em risco, que o façamos para dar vida.
Para
quem pratica alguma religião, a Católica principalmente,
veja como você está sendo manipulada por ignorância
e desinformação. Se temos os homens para nos usar
em proveito próprio, como matéria-prima para aquecimento
econômico, também os temos para nos alertar, como
fez o filósofo Olavo de Carvalho.
Clique
e leia onde está a origem dos interesses em
universalizar o aborto. Quem tenta nos meter na cabeça
a idéia de que aborto é sinônimo de liberdade.
Liberdade, mas para matar.
Vamos
preservar os ovos das aves, do peixes, dos animais, a doce e
serena fonte que brota no meio da selva. Eles sim, nos farão
falta e dão sentido à vida. Reprodução humana
? Acidente lamentável.
Reinauguração
da nossa Casa. Está mais bonita. Visite
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