"It is of great importance to set a resolution, not to be
shaken, never to tell an untruth. There is no vice so mean,
so pitiful, so contemptible; and he who permits himself to
tell a lie once, finds it much easier to do it a second and
a third time, till at length it becomes habitual; he tells
lies without attending to it, and truths without the world's
believing him. This falsehood of the tongue leads to that
of the heart, and in time depraves all its good disposition."
(Thomas Jefferson, letter to Peter Carr, August 19, 1785)
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O
controle externo da advogacia
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Ives Gandra
Martins — Em recente encontro de membros
do Ministério Público, foi proposto, por
um dos participantes, que a Ordem dos Advogados
fosse submetida a controle externo, nos
moldes daquele a que se submete o Poder
Judiciário e o próprio “parquet”.
Para prosseguir
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Há
muita sensação em torno de um homem só. As expectativas são
múltiplas e cobrem o mundo inteiro. Só o tempo dirá, se ele
veio para simplificar ou complicar a situação mundial, hoje
sujeita às diatribes de gente fanática, de povos desorientados
pela ignorância ensinada, de economias frágeis com crescimentos
demográficos famélicos incontroláveis. Obama estará cercado
de governos nacionais especializados em organizar pobrezas
com desordens, conclamando ao caos. Terá que fugir dos programas
mundiais dispendiosos e inócuos, programados por ideólogos
escudados em empregos oficiais, para viverem em Nova York
ou em Genebra, como falsos diplomatas da paz e do bem-estar
mundial.
Que
Obama cresça e apareça, não mais em campanha mas agrilhoado
às contradições entre o protecionismo dos sonhos americanos
e as duras realidades de um mundo à beira do abismo em direção
às servidões voluntárias, provindas da ignorância dos povos
e das ambições iníquas de seus políticos.
Nos
EUA, a republicana romana de nossos tempos, Obama estará ungido
sob o manto constitucional federalista. Quem não vive sob
a contingências limitantes do poder presidencial, como nós
temos experimentado em nossos execráveis centralismos na América
Latina, não poderá jamais concluir que Barak Hussein Obama
estará presidindo uma Federação (nascida de uma Confederação)
sob fortes balizamentos constitucionais. Os oprimidos do mundo
querem um salvador universal e ele, se pecador como todos
nós, não descerá dos céus. Não lhe esperem, caindo das 50
estrelas da Stars and Stripes...
Enquanto
isto, nós, os de Pindorama, estaremos empenhados na constituição
da UNASUR, uma integração continental com os muy amigos, sob
comando da solércia especializada, desviando boa parte da
tributação odiosa na organização política corrupta da anarquia
contínua e generalizada.
(
* ) Jorge E. M. Geisel é advogado.
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