Ricardo Bergamini é Professor de Economia segunda-feira, 8 de setembro de 2003 08:22

Produção Industrial

Fonte IBGE Base: Julho de 2003

Em julho, a produção industrial brasileira mostrou crescimento de 0,4% frente ao mês anterior, na série livre de influências sazonais. Na comparação com julho de 2002 o índice mostra queda de 2,5%. Com isso, o indicador acumulado do ano passa de 0,1% para -0,3% entre junho e julho deste ano. O acumulado nos últimos doze meses mantém a trajetória de queda, passando de 2,5% em junho para 1,9% em julho.

O crescimento de 0,4% assinalado em julho, após a redução de 2,6% observada no mês anterior, faz com que o patamar da produção em julho seja o segundo mais baixo desde dezembro de 2001.

Em julho, o índice global da indústria caiu 2,5% em relação a julho de 2002, a quarta queda consecutiva na comparação. Treze dos vinte ramos pesquisados assinalam queda na produção, sendo as de material elétrico e de comunicações (-14,0%), química (-2,5%), fumo (-60,0%), vestuário e calçados (-13,0%) e farmacêutica (-22,7%), as de maior impacto sobre o resultado global.

No corte por categorias de uso, todos os segmentos mostram taxas negativas no confronto julho 03/julho 02. Não fosse a queda mais moderada de bens intermediários (-0,7%), o índice global da indústria teria sido mais negativo, uma vez que nas demais categorias as quedas ultrapassaram a marca de 6,0%: bens de consumo duráveis (-6,4%), bens de consumo semi e não duráveis (-6,3%) e bens de capital (-6,1%).

No segmento de bens de capital, a queda de 6,1% no índice mensal de julho reflete, principalmente, os desempenhos muito negativos de bens de capital para energia elétrica (-14,0%), para transporte (-9,1%) e para construção (-38,1%) .

 

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Pergunta que a masturbação mental ideológica não responde:
Quem vai pagar a conta da tragédia brasileira?
O resto é debate de bêbados.

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