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Lula e Hitler
Desde a implantação do
regime comunista da Cortina de Ferro o meio encontrado e usado
para expandir a propaganda comunista foi exatamente o grande
salto nos esportes, com ênfase para a Ginástica
Olímpica. Outras modalidades de esporte se seguiram
na União Soviética para elevar os grandes ídolos
do esporte ao patamar internacional. Com isto, eles desejavam
emparelhar com os Estados Unidos seu maior inimigo.
O emparelhamento, irremediavelmente,
levava à comparação e portanto, à
divulgação dos nomes dos esportes soviéticos.
Efeito da força do vácuo. Por razões
de falha na teoria desenvolvida o comunismo marxista ortodoxo
impedia a expansão como planejada. Por tal falha, a
propaganda por meio dos esportes não alcançaram
os objetivos, naquela época. Contudo, uma revisão
cuidadosa demonstra o sucesso da revisão.
Hitler também não deixou
por menos e fez uso do esporte como propaganda do conceito
nazista da força da raça ariana. Tentou e foi
derrotado por Jesse Owens, atleta negro e que, ainda nos Jogos
Olímpicos de 1936, ironicamente foi o primeiro negro
patrocinado pelos dois irmãos nazistas fundadores da
Adidas
Mas, senão Owens, desde 1931
uma organização revolucionária preparava-se para tutelar
os negros americanos, desportistas, principalmente .
Sem longas considerações,
do nosso lado Continental, Cuba seguiu o exemplo da matriz
bolchevista da URSS e seus desportistas destacavam se no baseball,
vôlei e no basquete. Mais adiante o futebol, mas sem
grandes ecos de resultados.
A partir de certo momento, outros países
de igual ditadura mostraram-se desejosos por tirar vantagem
da popularidade do futebol. Um exemplo disto, o Iraque de
Saddam Husseim massacrava seus jogadores por fracassos. O
mundo islâmico contratava treinadores brasileiros a
peso de ouro. Mais recentemente, a comunista asiática
Coréia do Norte deseja por meio de seus atletas angariar
simpatia do mundo ocidental para fingir-se de um país
livre.
O que há de anormal nisso tudo?
Aparentemente nada se não soubéssemos da estratégia
do marxismo cultural que açambarca a música,
cinema e todas as formas de arte e fazem daqueles que participam
destes mundos, seus agentes multiplicadores. Tanto os inocentes
úteis como a barreira sindical servem para proteger
seus iguais ideológicos e manter afastados aqueles
ainda não convertidos.
O patrulhamento cultural dos que se beneficiam
dos apoios culturais e patrocínios de estatais como
a Petrobrás, exemplo maior. Dos programas de tv, rádios
e jornais, editoras de livros e revistas, onde os maiores
anunciantes vêm do Governo Federal.
No campo do patrulhamento cultural a
própria militância de comunicadores e jornalistas
reconhecidamente pertencentes à esquerda se desdobram
em alavancar os famosos da vez e fazer dos escolhidos, o tipo
certo para a promoção e consumo interno além
da exportação. Outra importante colaboração
vem dos "profissionais do sexo", profissão
reconhecida pelo governo do PT. Tudo isto adicionado à
expansão do tráfico de drogas e todas as militâncias
destas fileiras, compõem o coquetel abrasivo.
Ao voltar a tratar estritamente do futebol,
percebe-se que da mesma forma como o esporte espraiou-se pelos
países de 3° mundo, também foram alcançados
os do 1° mundo. Não se trata apenas e tão-somente
de um novo mercado de investimentos com nomes de jogadores
como moeda livre e circulante após a Lei Pelé
oficializando a Lei do Passe Livre no Brasil
que reconhecidamente foi corretíssima
, mas que tem sido de grande ajuda ao resto do mundo.
Apenas parte disto é fato encobrindo
o objetivo maior que é a destruição do
esporte livre do controle do Estado, começando seu
laboratório pontualmente no país onde ele é
mais forte tanto como produtor de matéria-prima e aglutinador,
quanto no desenvolvimento e implantação da nova
ordem comunista revisitada, fugida do comunismo clássico.
Estava em progresso um trabalho sutil
e silencioso do qual ninguém se dava conta. Da mesma
maneira que os pensadores do controle descobriram o caminho
para popularizar internacionalmente o futebol, eles sabem
como agir para manipular no recolhimento das cordas e encurtar
o cabresto. Agora, a estratégia em marcha já
não se preocupa em não fazer barulho, abandonou
o silêncio.
Torna-se muito mais fácil e rápido
quando uma manifestação é tratada no
atacado do que no varejo. Custos menores e de efeito mais
rápido. Aqui, Lula e Hitler corroboram o motivo dos
seus interesses. Até aqui, os dois não se deram
bem, diretamente, e Lula com seus cães se preparam
para "regular", pôr ordem ao sabor de seus
intentos.
A corrida do Presidente Lula fingindo
um périplo pela África foi apenas pano de fundo
para que no final da Copa, ele pudesse erguer a Taça
do Hexa e coroar-se como vingança às retaliações
sobre o Irã conferindo-lhe (a ele, ao Lula) a coroa
de louros que lhe garantiria, de uma vez por todas, a consagração
de líder do comunismo latino, o comunismo bolivariano,
perante todo o mundo, tal como pretendera Hitler com sua propaganda.
Se o Brasil houvesse ganho a Copa argumentos
não faltariam para moralizar o futebol. Todavia, o
fato de haver perdido também será utilizado
como argumento. Depois do caso do Bruno, goleiro do Flamengo,
quem sabe Lula ou seus sequazes aparecerão dizendo
que a o Brasil perdeu a Copa devido à indisciplina
e ao desregramento moral dos jogadores e daí haver
necessidade de o Governo Federal tomar conta da recuperação
moral do esporte, tomando para si a recuperação,
tal como Cuba se encarregou do Maradona?
Mas Lula e a Esquerda revolucionária
não se dão por vencidos. Mesmo sem levantar
a Taça do Hexa, Lula satisfez-se em exibir um triunfo
que ainda não é seu que é o Logo da Copa
de 2014 que já vem pintada de vermelho. Quem será
o Jesse Owens a quebrar o topete do Hitler dos Trópicos?
Na Revista VEJA
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