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    O voto do TORCEDOR
    Propaganda de Lula e Hitler

 

       Berta Ataíde
       16, Julho/2010

 

Sem mais disfarces

Propaganda de Lula e Hitler

Dos Clubes à tutela estatal

Clique e mande abrir para ouvir a palestra do Pe. Paulo Ricardo, no MediaPlayer. Visite o site do Pe. Paulo Ricardo para ouvir outros áudios.

Se você já ouviu o áudio com a palestra do Pe. Paulo Ricardo sobre o Marxismo Cultural, vai entender melhor sobre o que passamos a dizer, e não é de hoje.

Lula e Hitler

Desde a implantação do regime comunista da Cortina de Ferro o meio encontrado e usado para expandir a propaganda comunista foi exatamente o grande salto nos esportes, com ênfase para a Ginástica Olímpica. Outras modalidades de esporte se seguiram na União Soviética para elevar os grandes ídolos do esporte ao patamar internacional. Com isto, eles desejavam emparelhar com os Estados Unidos seu maior inimigo.

O emparelhamento, irremediavelmente, levava à comparação e portanto, à divulgação dos nomes dos esportes soviéticos. Efeito da força do vácuo. Por razões de falha na teoria desenvolvida o comunismo marxista ortodoxo impedia a expansão como planejada. Por tal falha, a propaganda por meio dos esportes não alcançaram os objetivos, naquela época. Contudo, uma revisão cuidadosa demonstra o sucesso da revisão.

Hitler também não deixou por menos e fez uso do esporte como propaganda do conceito nazista da força da raça ariana. Tentou e foi derrotado por Jesse Owens, atleta negro e que, ainda nos Jogos Olímpicos de 1936, ironicamente foi o primeiro negro patrocinado pelos dois irmãos nazistas fundadores da Adidas Mas, senão Owens, desde 1931 uma organização revolucionária preparava-se para tutelar os negros americanos, desportistas, principalmente .

Sem longas considerações, do nosso lado Continental, Cuba seguiu o exemplo da matriz bolchevista da URSS e seus desportistas destacavam se no baseball, vôlei e no basquete. Mais adiante o futebol, mas sem grandes ecos de resultados.

A partir de certo momento, outros países de igual ditadura mostraram-se desejosos por tirar vantagem da popularidade do futebol. Um exemplo disto, o Iraque de Saddam Husseim massacrava seus jogadores por fracassos. O mundo islâmico contratava treinadores brasileiros a peso de ouro. Mais recentemente, a comunista asiática Coréia do Norte deseja por meio de seus atletas angariar simpatia do mundo ocidental para fingir-se de um país livre.

 

O que há de anormal nisso tudo? Aparentemente nada se não soubéssemos da estratégia do marxismo cultural que açambarca a música, cinema e todas as formas de arte e fazem daqueles que participam destes mundos, seus agentes multiplicadores. Tanto os inocentes úteis como a barreira sindical servem para proteger seus iguais ideológicos e manter afastados aqueles ainda não convertidos.

O patrulhamento cultural dos que se beneficiam dos apoios culturais e patrocínios de estatais como a Petrobrás, exemplo maior. Dos programas de tv, rádios e jornais, editoras de livros e revistas, onde os maiores anunciantes vêm do Governo Federal.

No campo do patrulhamento cultural a própria militância de comunicadores e jornalistas reconhecidamente pertencentes à esquerda se desdobram em alavancar os famosos da vez e fazer dos escolhidos, o tipo certo para a promoção e consumo interno além da exportação. Outra importante colaboração vem dos "profissionais do sexo", profissão reconhecida pelo governo do PT. Tudo isto adicionado à expansão do tráfico de drogas e todas as militâncias destas fileiras, compõem o coquetel abrasivo.

A Roleta Russa

No Brasil de hoje não temos grandes escolhas políticas a fazer. Não há encruzilhada à vista, apenas uma rotunda ajardinada de cravos vermelhos, um round-about de mão única, sem sinalizações que possam oferecer opções para outros caminhos além dos direcionados à esquerda.

Ao voltar a tratar estritamente do futebol, percebe-se que da mesma forma como o esporte espraiou-se pelos países de 3° mundo, também foram alcançados os do 1° mundo. Não se trata apenas e tão-somente de um novo mercado de investimentos com nomes de jogadores como moeda livre e circulante após a Lei Pelé oficializando a Lei do Passe Livre no Brasil que reconhecidamente foi corretíssima , mas que tem sido de grande ajuda ao resto do mundo.

Apenas parte disto é fato encobrindo o objetivo maior que é a destruição do esporte livre do controle do Estado, começando seu laboratório pontualmente no país onde ele é mais forte tanto como produtor de matéria-prima e aglutinador, quanto no desenvolvimento e implantação da nova ordem comunista revisitada, fugida do comunismo clássico.

Estava em progresso um trabalho sutil e silencioso do qual ninguém se dava conta. Da mesma maneira que os pensadores do controle descobriram o caminho para popularizar internacionalmente o futebol, eles sabem como agir para manipular no recolhimento das cordas e encurtar o cabresto. Agora, a estratégia em marcha já não se preocupa em não fazer barulho, abandonou o silêncio.

Torna-se muito mais fácil e rápido quando uma manifestação é tratada no atacado do que no varejo. Custos menores e de efeito mais rápido. Aqui, Lula e Hitler corroboram o motivo dos seus interesses. Até aqui, os dois não se deram bem, diretamente, e Lula com seus cães se preparam para "regular", pôr ordem ao sabor de seus intentos.

DETALHE: Vermelho no lugar do Azul das cores do Brasil.

A corrida do Presidente Lula fingindo um périplo pela África foi apenas pano de fundo para que no final da Copa, ele pudesse erguer a Taça do Hexa e coroar-se como vingança às retaliações sobre o Irã conferindo-lhe (a ele, ao Lula) a coroa de louros que lhe garantiria, de uma vez por todas, a consagração de líder do comunismo latino, o comunismo bolivariano, perante todo o mundo, tal como pretendera Hitler com sua propaganda.

Se o Brasil houvesse ganho a Copa argumentos não faltariam para moralizar o futebol. Todavia, o fato de haver perdido também será utilizado como argumento. Depois do caso do Bruno, goleiro do Flamengo, quem sabe Lula ou seus sequazes aparecerão dizendo que a o Brasil perdeu a Copa devido à indisciplina e ao desregramento moral dos jogadores e daí haver necessidade de o Governo Federal tomar conta da recuperação moral do esporte, tomando para si a recuperação, tal como Cuba se encarregou do Maradona?

Mas Lula e a Esquerda revolucionária não se dão por vencidos. Mesmo sem levantar a Taça do Hexa, Lula satisfez-se em exibir um triunfo que ainda não é seu que é o Logo da Copa de 2014 que já vem pintada de vermelho. Quem será o Jesse Owens a quebrar o topete do Hitler dos Trópicos?

Sem mais disfarces

Propaganda de Lula e Hitler

Dos Clubes à tutela estatal

 

 

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