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Poucas pessoas
que exercem cargos e poder e mando de real importância
preparam-se para o retorno ao convívio com simples
mortais, tal como essas pessoas um dia já foram. Mesmo
os militares, depois de longo tempo de carreira, têm
um curso para se preparar para a vida à paisana, conseguem
escapar da síndrome do falo perdido e caem em depressão
que varia de níveis de simples tristeza e inércia,
à melancolia recorrente até a verdadeira chamada
depressão endógena
como
os psiquiatras classificam, para facilitar a compreensão
por nós leigos. A síndrome do Falo Perdido
a equivalência da conhecida síndrome
do militar de pijama
com o agravante do priapismo do poder, quadro gravíssimo.
Lula e seu transtorno
de personalidade caracterizada
pelo narcisismo, o ególatra que dispõe do mundo
em si mesmo em seu umbigo, arrogância e voluntarismo,
truculência, autoritarismo , violento, dissimulado como no caso do
Vídeo viral do Leandro
que pode ser visto no YouTube
aliado
ao temperamento histriônico e às frustrações
pessoais, o gosto excessivo pelo álcool o
tal coitadismo, a falta de uma família estruturada
na infância, ausência de princípios morais
e religiosos, baixíssima escolaridade, falta de cultura
adquirida, falta de costume no exercício do poder
história de vida pobre, coitadinho, sofrido
nunca apresentou a menor sombra de equilíbrio emocional.
Destemperos repetidos
que são de conhecimento do povo brasileiro deram mostras
de que para Lula, o poder o põe acima de tudo e de
todos. O costume de coçar as partes íntimas,
organizar o pênis dentro da calça, usar termos
de baixo calão e chulos, dar cusparada no chão,
foram hábitos adquirido durante a fase de educação
e reforçados nos botequins circundantes das fábricas.
Tudo coisa pra macho compulsivo sexual, que tem aquilo roxo,
e publicamente, alguns desses hábitos foram contidos
por algum tempo. Somente alguns, não todos.
Lula demonstra
fartamente que seu caráter é totalmente duvidoso. Não se sente
nele capacidade para reconhecer um erro nem aqueles tão visíveis.
Como então, duvidar da veracidade do caso tão escabroso
como o do *Menino
do MEP denunciado por César Benjamin e publicado por
Reinaldo de Azevedo, na VEJA ( para ler
*Dias Sórdidos
). Quem duvidaria que alguém com tão baixos valores e com
transtorno de personalidade seria incapaz de ter cometido
o crime de tentativa de estupro de um outro homem para satisfazer
os instintos de não conseguir ficar sem sexo, ainda que fosse
uma situação dolorosa.
E, aqui é preciso fazer um esclarecimento
sobre o caso. Segundo informações, quando
a VEJA revelou o fato,
houve quem no Governo/ PT, alguém, possivelmente
dos aloprados de sempre, teve a idéia de creditar
o caso ao ex-prefeito assassinado Celso Daniel por ele ser,
declaradamente, homossexual. A arrumação não
deu certo simplesmente porque o Celso Daniel não
esteve na mesma cela que o Lula; assim a versão seria
desmascarada pela imprensa. Melhor seria, como sempre, negar.
Como se auto-intitula o Pai do
Povo, um Lula no epsódio acima, não passaria
de um pai bolinador de filhos e entende-se o fato de ele gostar
tanto de abusar do pátrio poder para submeter os filhos
que, na sua opinião, são inteiramente tuteláveis
diante de sua força. Um pai priápico, desses
tão procurados por suas próprias fileiras ideológicas.
Digressão à parte, voltamos
ao que acontecerá com o Lula após sua saída
da presidência da república. Só saberemos
disto se ainda for permitido noticiar sobre assuntos ligados
ao governo. Não pode haver quem duvide da depressão
que acometerá o Lula, quando despojado de seus poderes.
Inicialmente poderá até apresentar síndrome
Ulisses Guimarães quando interferia no
Governo Sarney interferindo no Governo Dilma
caso ela seja eleita, para em seguida evoluir para quadro
mais grave como é o aguardado.
Lula já antecipou que vai cair na cachaça. Pobre homem, não sabe
o que o espera. Sugerimos que ele contrate desde já, uma parelha
de psiquiatras com dose cavalar de neuroléptico associado
ao Poder na seringa, direto no caixa, para segurar o surto
devido à abstinência. Cachaça não combina com depressão. Contudo,
as chances de recaída no vício são as mesmas de todos os viciados.
Logo após à rebordosa do tratamento intensivo, Lula estará
de volta ao vício, e, possivelmente, mergulhado em drogas
muito mais potentes.
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