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É
desalentador o nosso país insistir em permanecer neste subdesenvolvimento
metido a emergente. Temos riquezas em todos os cantos, mas
ainda teimamos em permanecer nessa situação. Por que isso?
Somos um povo inferior aos outros ou não tivemos a “sorte”
de ter tido uma grande catástrofe ou guerra para nos unir,
como a guerra da secessão americana ou as guerras napoleônicas
e mundiais que uniram os povos pela Europa? Se for esse o
motivo poderíamos aproveitar e atacar a Argentina sob pretexto
da água batizada da copa de 1990. Quem sabe será bom para
ambos.
Falando
sério, é claro que isto se deve aos “líderes” ou mesmo às
lutas que eles nos guiaram por décadas e séculos. Existe uma
irracionalidade neles e nelas. Vejamos, por exemplo, o MST.
Uma leitura de Descartes faria bem aos seus líderes Seria
interessante buscar o que é realmente verdadeiro, argumentando
sobre fundamentos sólidos e inquestionáveis para descobrir
a verdade, não simplesmente desmerecer o contraditório. Enquanto
o mundo vê “racionalmente” que a utopia do socialismo é mesmo
só uma utopia, alguns loucos daqui, travestidos em líderes
preocupados com os pobres, guiam os ingênuos ainda mais à
miséria com promessas de estar lhes guiando à terra prometida.
Discursos
contra tudo que gere riqueza, mesmo àquelas que produzam os
alimentos que todos comemos, fazem parte do ritual de doutrinação.
Esses coitados acabam perdendo tempo de estar se especializando
e procurando formas de se inserir no mercado de trabalho.
Iludidos acomodam-se na esperança da “terra prometida” servindo
à bandidos e pregadores da ilusão socialista. E o pior é que
esses pregadores continuam pregando mesmo após tantos escritos,
de autores mesmo ex-esquerdistas, que relataram, “baseado
em dados”, que o comunismo causou os maiores genocídios já
cometidos na história da humanidade (mais ou menos 100 milhões
de pessoas, ou algo como “apenas” 400 tsunamis). É inadmissível
que tenhamos que aturar esses ignorantes que ainda teimam
em pregar a luta de classes e que cultuam personalidades do
comunismo como Karl Marx, Ho Chi Minh e Che Guevara.
Mais
inadmissível ainda é ver o presidente Lula, de cima de um
palanque improvisado dentro de um acampamento de sem-terras
na Bahia, proferindo, em mais uma de suas inconseqüentes “agrupações
de palavras”, elogios ao movimento e ressaltando a sua importância
para o Brasil. Disse ter “consciência do que representa o
MST para o povo brasileiro e para a história política deste
país”.
Será
que tem mesmo consciência de algo? Ou será que, ungido à posição
de governante perdeu a capacidade de racionalizar, pensar?
Ou será que nunca a teve?
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