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    Desabafo de um nazista-reacionário
    Ou: Educassão de qualidade


        Ugo Medeiros
       
28, Junho/2013

Leia: Editorial

               
           Recentemente, perdi o interesse de ingressar na academia, não que eu esperasse algo dela, deixo claro. Não. Creio, na verdade, que tenha sido um sinal de Deus do tipo: “Bicho, acorda! Sai desse meio que não te pertence!”. Pelo Pai, Amém!.

Sou professor. Isso, ganho pouco, trabalho em vários colégios e sofro conforme o decadente arquétipo do docente tupi. Mas, reafirmo, para você que acabou me ler a revelção, mas pode, já ter esquedido, sou professor. Tenho a licenciatura, como eixo norteador, meu prazer é ensinar. E some a isso um sol em aquário e a constante busca por cultura.

Quando ministro uma aula de Geografia ou história do rock, Filosofia e Sociologia, como monitor na aula de judô, há a relação mestre/aluno, que dá à criança referenciais. O respeito à hierarquia, o exercício do ouvir, a humildade e gratidão são os pontos centrais da Educação. O conhecimento em si é apenas um meio, jamais um fim.

               A Educação brasileira pensava dessa forma. No duro! Até a década de 1950, o ensino conservador, confundido com militarismo e erroneamente representando em “Another brick in the wall”, fazia o que lhe cabia: Educava. Sim, com isso, afirmo que essa foi a última geração culta. A Escola não formava analfabetos funcionais, sala de aula não era Faixa de Gaza e os professores.... Já sei!, ganhavam mais! NÃO! Professor sempre foi mal remunerado. Entretanto, havia uma formação sólida e um ensino de valores. Evidente, o acesso era restrito, mas concentro-me menos na quantidade do que na qualidade..

               Quando as ideais marxistas do maldoso Paulo Freire dominaram e mantiveram a Educação como refém (e ainda mantêm), valores foram substituídos por política. É um crime dar o nobre título de Professor a alguém que travestiu comunismo em pedagogia. Paulo Freire nunca esteve preocupado com o desenvolvimento pleno do aluno, seu único objetivo era transformá-lo em um soldado da luta de classes, um revolucionário sem capacidade de interpretação, impossibilitado, coitado, de associar A e B.

               
"Nós temos partidos de mentirinha. Nós não nos identificamos com os partidos que nos representam no Congresso, a não ser em casos excepcionais. Eu diria que o grosso dos brasileiros não vê consistência ideológica e programática em nenhum dos partidos. E nem pouco seus partidos e os seus líderes partidários têm interesse em ter consistência programática ou ideológica. Querem o poder pelo poder."....

               Seu projeto pedagógico, assim como a esquerda, é baseado em frases de efeito que escondem sua real finalidade: recrutar para a Revolução. Exagero? Com certeza já escutamos nossos bravos pedagogos conclamarem que o bom aluno “é aquele contestador”. Ouvimos essa pérola e uma gota solitária escorre pelo rosto. Respire. Conte até dez. Agora, leia e interprete. Não tem algo errado?

               Como assim? Uma criança questionar os conhecimentos de um profissional de mais idade e saber? “Ah, mas Paulo Freire falava em participação”. Não, não falava. A epistemologia da sua pedagogia era a total a inversão marxista do tempo, do espaço, da moralidade, do religare e, como cereja do bolo, da Educação..

               Até 1950 era impensável um aluno sequer levantar a voz para o professor. Havia um respeito à moralidade. Atualmente, a criança MANDA no colégio e trata o docente como seres da casta mais inferior com direito à pancada corretiva. Imagino se eu “questionar” uma ordem do sensei no judô ou no karatê. Melhor, nem imagino. A coisa está fora de controle. A tendência é de gerações ignorantes, mimadas e sem respeito.

               Outro exemplo? Abra um livro didático de Geografia ou História. Não estudou para a prova? Tranquilo, eis o pulo do gato: “os pobres coitados foram dizimados pelos maldosos capitalistas imperialistas”. Ou, se estiver sem caneta, pegue o seu rifle, vá para rua e mate o primeiro americano que passar. Zero reflexão, nenhuma correlação. Tudo, ABSOLUTAMENTE tudo gira em torno da luta de classes. Entende?

               E ainda assim, os pedabobos gozam ao ler Paulo Freire...!? De fato, o Professor Olavo de Carvalho é perfeito ao sintetizar que “Toda revolução comunista é feita pela esquerda contra a esquerda. A revolução é um monstro que se alimenta de sim mesmo. Foi sempre assim, NUNCA será de outro modo. A primeira leva de revolucionários é sempre sacrificada. Isso é m dado Histórico mundamental, mas muito ignorado no Brasil." Acordem, sacrificar professores e dezenas de milhões de estudantes não é problema. Ora bolas, nos primeiros anos de Revolução Chinesa foram quase um milhão de professores, diretores e intelectuais mortos.

               Ok, a moral da história? O problema da educação, essa mesma que teve os aparelhos desligados pelo Sr. Fernando Haddad, não é falta de investimento. A Tailândia é exemplo cabal. Por lá faltam recursos, mas a disciplina e o respeito via educação são intocáveis. Não causa espanto o fato do país asiático, apesar da miséria, estar à frente do Brasil no ranking de alfabetização, respectivamente 76ª e 95ª posições (dados da ONU).

               É urgente um rompimento total e imediato com essa pedagogia insana que estupra a inocência e ingenuidade infantil e cria um monstro frio, que justifica a violência, que respeita parcialmente o próximo (dependendo do quanto a favor do drama das minorias), que não precisa ler, pois... ‘O IMPORTANTE É “VAMO QUE VAMO” PRA REVOLUÇÃO’. Pois é, todo esse atual rebuliço é a consequência de 50 anos de Paulo Freirianismo.

               A pergunta que não quer calar é, após 50 anos de educação baseada em Paulo Freire, onde chegamos? Lugar algum. Na verdade, demos passos largos para trás. O sistema podre forma professores ignorantes, nossa!, completamente sem bases. Não conhecem cinema, arte, ou qualquer tipo de vida fora da sua caixa de papelão. E esses, que escrevem “deichou” e “mecheu” [fatos verídicos] e incentivam aos jovens a “ocuparem as ruas”, ensinam aos seus filhos.

               O Brasil encontra-se em um momento delicado com a Inflação batendo na porta e Caminhando rumo à uma constituição bolivariana ao molde venezuelano. Ou reformamos toda a filosofia educacional ou as próximas gerações continuarão na luta por mudanssas.

[O alerta vindo do Alto foi quando uma professora de pós-graduação me chamou, em aula, de “nazista” ao me posicionar contrário ao Paulo Freire. E os seus belos argumentos (financiados por bolsas federais) eram: “Paulo Freire estava certo. Eu sou a prova da exclusão do ensino. Sou negra, acima do peso e meu cabelo é ruim”. Argh! Náuseas só de lembrar tamanha baixeza moral].

 

 

Professor de Geografia e Crítico Musical
www.colunabluesrock.blogspot.com

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