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| Manuel
Cavalcanti
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Obra
poética reunida - 1940 - 1946
- ISBN
85242-16-7
Para adquirir a obra envie
e-mail para: Corpo da Letra Editora:
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Nascido em Pernambuco,
o poeta , escritor, compositor, jornalista, músico e advogado,
jurista e professor de Direito Civil, foi um dos fundadores
da Faculdade de Direito Candido Mendes, professor da PUC e
um dos fundadores da UBC União Brasileira de Compositores,
de onde foi Consultor Jurídico por muitos anos.
O Advogado e Professor
Direito Civil
Na militância profissional,
o advogado Manuel Cavalcanti destacou-se ainda muito jovem
quando, recém-formado e morando no interior de Pernambuco,
impetrou o primeiro Mandado de Segurança 24 horas após a promulgação
da Constituição de 1934. Por ter sido o primeiro advogado
no Brasil a fazer uso dessa medida judicial, foi-lhe outorgada
a Medalha Francisco Mangabeira pelo Instituto dos Advogados
Brasileiros em 1984, por ocasião do 50º aniversário do Mandado
de Segurança.
Como advogado da
UBC, conseguiu trazer de volta para o Brasil os direitos autorais
das músicas gravadas por Carmem Miranda que se encontravam
empoder de gravadoras americanas. Muitas outras vitórias em
defesa do compositor brasileiro, como Zequinha de Abreu, foram
conquistadas pela luta incessante de Manuel Cavalcanti. Atuou
também como Delegado Brasileiro em inúmeros Congressos Internacionais
de Direito Autoral, cabendo-lhe, assim, o lugar de um dos
primeiros e mais brilhantes advogados em Direito Autoral,
quando esta área de atuação ainda não era tão conhecida no
Brasil. .
Do Professor Manuel
Cavalcanti são também as primeiras assinaturas de publicações
especializadas sobre a matéria. Professor da PUC e um dos
fundadores da Faculdade de Direito Candido Mendes, Manuel
Cavalcanti tem entre seus ex-alunos grandes nomes, expoentes
do Direito Civil brasileiro.
O Poeta
Ao publicar sua
primeira obra, Lanternas pela noite em 1940, pela Editora
Agir, foi acolhido entre os maiores emais respeitados nomes
da literatura poética brasileira. Manuel Cavalcanti é um dos
grandes nomes da Safra de 45, ao lado de Ledo Ivo, João Cabral
de Melo Neto, Alphonsus de Guimaraens Filho, Paulo Mendes
Campos, Helio Pellegrino, Bueno deRivera, José Paulo Paes,
Wilson de Figueiredo e outros presentes na nossa mais completa
antologia poética - Panorama da Nova Poesia Brasileira - publicada
em 1951, em dois volumes (impressa nas gráficas da Editora
Pongetti).
O Poeta
Essa Antologia foi uma iniciativa
da Editora Orfeu, organizada pelo esforço do poeta Fernando
Ferreira de Loanda, do Grupo Orfeu. Hoje, essa publicação
constitui uma verdadeira raridade para os bibliófilos, bibliotecários
e todos os interessados em literatura brasileira.
A Veste do tempo,
segunda obra do Poeta, foi publicada
em 1946 pela Editora Irmãos Pongetti.
Pássaro, Pássaro -
ISBN 85-852-06-X
Publicada em 1991, a terceira
obra tem característica especial: ficou adormecida dentro
de uma gaveta por 48 anos, quando foi apresentada à Corpo
da Letra Editora que a publicou, com apresentação do Professor
Candido Mendes.
Curiosidade: Pássaro,
Pássaro, além do valor poético incontestável, tem um traço
gráfico, intencional, extremamente curioso: em plena era da
informática, dos avanços tecnológicos no parque gráfico do
Rio de Janeiro, o livro foi todo composto e impresso em linotipia,
como se houvesse sido impresso há exatos 48 anos, quando da
finalização do conteúdo literário da obra.
Obra Poética Reunida 1940
- 1946 - ISBN
85-85242-16-7
Essa publicação
reune as duas primeiras obras do Poeta - Lanternas
pela noite e A veste do tempo. Com apresentação
de Ledo Ivo e Celio Borja, foi uma homenagem da Corpo da Letra
Editora a Manuel Cavalcanti pelos 85 anos do Poeta. Foi lançado
na Livraria da Academia Brasileira de Letras, com saudação
do Acadêmico Ledo Ivo. Consta dos Anais da ABL
O
Músico e compositor
Manuel Cavalcanti,
deixa sua contribuição valiosa para o cancioneiro popular
brasileiro com a música Serenata Matuta, em parceira com Mestre
Vivo, gravada na voz de Augusto Calheiros. Por ironia e descuido
da gravadora BMG, em sua coleção Acervo Especial, Serenata
Matuta é apresentada, indevida e erroneamente, no CD como
composição do músico Pernambuco. Cabe, assim, a gravadora
BMG fazer o justo reparo moral ao compositor Manuel Cavalcanti.
Também o frevo pernambucano
deve a esse ilustre filho sua introdução divulgação no Rio
de Janeiro a Manuel Cavalcanti.
Manuel Cavalcanti
faleceu no dia 1º de Novembro de 2000, quarta-feira em São
Paulo, Capital, onde foi enterrado.
O
passante invisível Poemas
Sobe
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