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Em torno desse evento
criou-se as maiores difamações graves. Movimentos contra e
ridículos. Lia-se que o Manifesta estava sendo organizado
por empresários do high society ( expressão
usada pejorativamente, por inveja, só pra detonar )
como Alexandre Accioly, Marcus Buaiz, Pedro Paulo Diniz, Luiz
André Calainho e Luciano Huck.
O que importa se
o pessoal é do high society ? São profissionais? É isso que
conta.
Verdade que esse
pessoal nada entende de hip hop e aparece na cena apenas como
empresários que sabem como fazer dinheiro para eles. São profissionais
tateando o novo gênero que já provoca os muitos "pais do hip
hop brasileiro ( carioca, no caso )" sem prova de DNA.
Contra todos e contra
tudo o Manifesta parece que está dando certo e muito
certo. Como experiência ou projeto piloto está dando certíssimo,
só falta arredondar.
Agora, aqui pra
nós, R$4,2 milhões de patrocínio é ...é...o que eu chamo de
paitrocínio. Como foi mesmo que eles conveceram os patrocinadores?!!!
Maluco, é grana pra'ca...
Com toda essa grana
explicar o preço salgado de R$40,00 paus pelo ingresso é difícil
e foi por aqui que muita gente disse cobras e lagartos sobre
as verdadeiras intenções dos organizadores do Manifesta. Teve
até calunista dizendo
que era pra vender drogas, outros dizendo que era lavagem
descarada. Enquanto isso o pessoal do verdadeiro início do
hip hop da Elza Cohen, os desbravadores ganham 50,00 mangos
pra botar azeitona na empada do dono de alguns sacos. Ninguém
tem vergonha dessa exploração?
Os grandes rios
só correm para o mar como produtor pequeno não consegue
patrocínio grande. Verdade. Se a Elza Cohen tivesse
tido um paitrocínio desses há alguns anos atrás. Nem
precisava de tanto, só um tantinho e o Hip Hop carioca estava
com tudo em cima, gerando empregos e difundindo a cultura
de quem com olhos e vivência de periferia e de quem vive a
periferia. Não tem diferença de sentido, na última frase.
Os festivais de
música que só agora atentam para o Hip Hop, apresentam um
sem número de ilustres desconhecidos do gênero, os MCs de
última hora, que a imprensa transformou em "autênticos representantes
do Hip Hop". Nomes que pouco se arriscaram ou se ouviu falar
ou passar pela passarela da Zoeira-Lapa desde os primeiros
eventos da pioneira Elza Cohen com seu Zoeira que nunca conseguiu
trocadinhos decentes para os eventos que lançou o rap carioca.
Do pessoal "celebridade"
do hip hop carioca só mesmo o recente adepto Marcelo D2, ele
mesmo cria da Elza Cohen, mas não como cantor de rap. O resto
que apareceu, é pessoal que do "de repente", não
contando os estrangeiros. Mas o Marcelo D2 está certíssimo
em ter aceito participar do Manifesta, do contrário, quando
ele estiver na lona esquecido, como já esteve por longo tempo
no esquecimento, quem vai pagar as contas dele? Aonde vão
estar os "manos" do social ? Trabalho é trabalho e pronto.
Ora, ora povo sangue
bom, essa história de ideologização-politico-partidária radical
do Hip Hop é bucha. Música é arte e arte não é panfleto: é
arte, só isso. Deve ser muito complicado entender tão pouco.
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Para
se entender essa briga entre as facções
do "Rap do Bem" e "Rap do Mal" é
preciso saber que nos Estados Unidos está havendo um
trabalho de "conversão". Os "rappers
do Mal" corporificados por nomes como Ja Rule e Snoop
Dogg. Mesmo que essa diferença com cara de briga entre
o Bem e o Mal, entre o pessoal do ganggsta (
traficantes e cafetões que fazem apologia à
violência, à protituição e às
drogas ) contra a nova ideologia que se instalou entre os
rappers americanos esteja acontecendo lá, porque foi
exportada para o Brasil ? O pessoal do MV Bill está
do lado dos "convertidos" e portanto do Bem mas
reclamou que o cachê dele era pequeno. Se fosse do mesmo
valor dos Racionais MC’s ou parecido com o cachê dos
americanos ficaria tudo bem e entendo que ele teria aceitado
participar do SKOL Manifesta e o lance do Bem e do Mal, do
social, ficaria para depois ser resolvido.
Até aqui
tudo indo, porque apologia à violência nem rola
defesa mas, ver o vereador do Rio de Janeiro que arranjou
coisa para mostrar serviço pois não tinha mais
nada para fazer com esse Rio de Janeiro pacífico, foi
forte.
'Na quarta-feira,
O MP recebeu ainda uma representação de Édson Santos,
líder do PT na Câmara de Vereadores, contrário ao festival.
Para ele, há o risco de nos shows de Ja Rule e Snoop Dogg
serem praticados atos de apologia ao consumo de drogas ou
de sexo explícito. Como provas, Édson entregou cópias de
fitas de vídeo de shows dos cantores'.
Outra: a
indústria fonográfica investe quanto$$$ no gênero? Um mercado
inexistente fora da Internet.
Só tem o Marcelo
D2 vendendo disco depois que se "converteu" ao hip hop porque,
antes o carinha cantava aquela misturada hardcore e outras
coisas e sempre fez apologia à ervinha. Depois que
ele pegou carona com o pessoal bom do rap carioca da Lapa,
se deu foi bem. ...mas cadê aquele pessoal que fez escada
para o Marcelo D2?!!!
Resposta:
Tá todo mundo cá em baixo olhando pro alto. Tendeu,
fui clara ?
Curioso foi que
o Marcelo D2 com essa história de escadinha acabou
fazendo discípulos. Já teve neguinho copiando
e, não é que deu certo ?
O
Skol Manifesta deu grana até para quem falou mal. Ou
se não levou grana, queria levar.
Quando a Skol desceu quadrada
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