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Sobre a profissão do Sr. Tadeu, e do irmão Diego. Veja onde você poderá ajudar, se conhecer melhor o potencial da família do Thiago.

 

 

 

 

 

 

"O maior inimigo da Nação Brasileira é o Estado Brasileiro"
Ricardo Bergamini - Economista e Professor
Ajude, por favor!

"Um amigo é uma pessoa que entra, quando o mundo inteiro sai..."

Esta segunda versão da Mensagem do Thiago, depois que ele começou a receber respostas é longa e foi esta que nós do Domínio Feminino recebemos. A primeira versão não contem inserções de mensagens de retorno, como você poderá ver no link.
As inserções contidas nesta mensagem, aconteceram porque ele se sentiu agradecido por todas as palavras de conforto e ajuda financeira em dinheiro.

 

Prezado amigo ou amiga,

meu nome é Thiago Moreira de Souza, tenho 17 anos, resido na cidade de Niterói – no estado do Rio de Janeiro – sou estudante, e trabalho ajudando aos meus pais. Peço... ou melhor, imploro a você a enorme gentileza de ler até o fim esta mensagem. A história que vou apresentar revela como uma empresa de telefonia consegue destruir a vida de uma família inteira, com um simples gesto de irresponsabilidade. Tentou fazer isto com a minha, e quase conseguiu, também pode um dia desses tentar o mesmo contra a sua. Por favor, leia a nossa história e fique em alerta.

Eu, meu pai, minha mãe e meus irmãos (tenho dois irmãos), vivemos há dois anos de um pequeno negócio. Antes tínhamos uma loja de artigos de papelaria e presentes. Meus pais não agüentaram e, como tantos pequenos comerciantes, acabaram vendo-se obrigados a fechar as portas. Restou pouco dinheiro, mas, com o pouco que ainda tínhamos iniciamos aquilo que era ou ainda é, um pequeno negócio informal. Um serviço caseiro de transmissão de telemensagens.

Trata-se de um negócio muito simples e modesto, mas que vinha nos garantindo o dinheiro necessário para pagarmos as contas da casa (mesmo, às vezes, tendo que atrasar um pouco o pagamento de uma ou de outra conta), e para termos sempre uma boa refeição sobre a mesa. Meus pais sofrem de diabetes e pressão alta, além de outros problemas de saúde. Meu pai é radialista (locutor), minha mãe professora. Decidiram-se por este trabalho (a telemensagem) que fazemos em casa mesmo, porque ele com 45 anos e ela com 40, tiveram muita dificuldade para conseguir emprego depois que a loja acabou. Há dias em que o meu pai está muito bem, em outros, às vezes, passa muito mal. Minha mãe do mesmo jeito está bem agora, mas, de um momento para outro, fica também se sentindo mal por causa dos problemas de saúde que têm. Quem daria emprego a pessoas com dificuldades assim? E ainda mais depois dos quarenta anos. Mas conseguíamos nos sair bem contando apenas com a nossa Telemensagem.

Escolhemos a telemensagem que, como já disse, ia nos sustentando desde o ano de 2000. O único problema que sempre tivemos era por causa do telefone. Aqui no Rio de Janeiro a empresa de telefonia é um desastre. Talvez seja como a empresa de telefonia do seu estado. Se for, vai ficar muito mais fácil para que compreenda o que vou contar agora. Se não for, peço que acredite no que irá ler. Temos como comprovar tudo o que estou escrevendo aqui.

No último dia 4 de julho meu pai telefonou para o número de atendimento desta empresa para pedir o conserto de um antigo defeito na linha utilizada por nossa telemensagem. O número do telefone da telemensagem é 2611-7333, que também é o nome da nossa telemensagem: “Telemensagem 2611-7333”.

Naquele dia, depois de muitas tentativas para pedir um conserto para o telefone (meu pai teve que tentar por, mais ou menos, duas horas), ao ser atendido por várias pessoas acabou falando com um homem que o tratou muito mal. O atendente era debochado, arrogante, abusado, agressivo etc. Meu pai é muito calmo e tolerante, mas, depois de muito agüentar, perdeu o controle e a esportiva com o sujeito e, reclamou em tom de voz alterado. O telefonista não perdeu tempo e, autoritariamente, ameaçou meu pai de cancelar o pedido de conserto que ele já estava tentando fazer há, pelo menos, como disse acima, duas horas. Meu pai se aborreceu e acabou mandando o homem para um lugar daqueles que ninguém quer ir espontaneamente, e, muito nervoso, desligou o telefone. Desistiu de pedir aquele conserto.

Depois contou o caso com detalhes, a algumas pessoas conhecidas e todas disseram que teriam feito a mesma coisa que o meu pai fez. O defeito de que o meu pai estava reclamando era simples e o telefone (mesmo com aquele defeito) funcionava, ainda que mal. Depois desse desentendimento com o atendente, o telefone parou de funcionar de vez. O telefone parou de dar linha, passou a dar sinal de ocupado quando se tirava o fone do gancho.

Minha mãe ligou outra vez para pedir o conserto e explicou que nós dependíamos daquela linha para trabalhar. A moça que lhe atendeu disse que aquele telefone não podia mais ser consertado porque estava com um pedido de retirada definitiva de nossa casa. Minha mãe ficou desesperada e perguntou a moça que estava lhe atendendo, quem teria feito aquele pedido. A telefonista disse que o pedido tinha sido feito por minha mãe que é a proprietária da linha. Isto é um absurdo! Minha mãe nunca fez isto. A atendente disse que ela fez sim e que o telefone já estava sendo retirado de nossa casa, que era só questão de horas. Minha mãe implorou que não retirassem o nosso telefone, pois ele era o nosso ganha-pão. Não adiantou. A moça do serviço 104 teimava que a minha mãe tinha feito aquele pedido de retirada e que agora não tinha mais jeito. A moça deu até o número do pedido que ela disse ter sido feito por minha mãe, e deu também o dia e a hora em que o pedido fora feito. Por coincidência (?), talvez, tratava-se do mesmo dia e da mesma hora em que o meu pai se aborreceu com aquele outro atendente. Muito estranho, não? A minha mãe chorou muito ao telefone, se humilhou suplicando que não fizessem aquilo conosco, mas não adiantou nada. O telefone não funcionou mais. Na empresa de telefonia, em outras vezes que ligamos disseram a mesma coisa. Disseram que o telefone tinha sido retirado a pedido de minha mãe.

Na hora que recebeu esta notícia a pressão de minha mãe subiu a 22. Isso nunca aconteceu antes, mesmo ela tendo pressão alta nunca passou de 17. Daquele dia em diante todos nós choramos muito. Acabou o trabalho, e logo depois acabou o dinheiro. Chegamos a passar necessidades. Minha mãe depende de insulina. Não pudemos comprar. Meus pais começaram a vender os objetos de casa para uma dessas lojas que compram coisas usadas (“quebra-galho”). Eles pagam muito pouco. Só não passamos fome porque Deus não permitiu. Vi, pela primeira vez em 17 anos, o meu pai chorar como uma criança pequena. Passamos por muitas humilhações.

Meu pai lutou muito e depois de duas semanas, o telefone que a aquela empresa dizia que era impossível recuperar, foi religado. Telefonaram para o meu pai e disseram que o telefone tinha sido retirado indevidamente e pediram desculpas apenas. Tudo isto que estou contando posso mostrar: depois que o meu pai percebeu que, talvez (???), o telefone tenha sido retirado por maldade, ele passou a gravar, aproveitando as facilidades dos aparelhos da telemensagem, todas as conversas que tinha com os representantes daquela empresa.

A história é muito mais longa, mas tentei resumir para que esta carta não ficasse muito cansativa e lhe tomasse muito tempo.

Depois da volta do telefone no dia 19 de julho, os clientes de telemensagens que nós tínhamos desapareceram. Existe muita concorrência. Eram, 10, 15, e às vezes, até 20 telefonemas por dia. Nunca menos do que dez. Voltamos a distribuir panfletos, meu irmão telefonou para muitos dos antigos clientes, o primeiro telefonema de uma cliente aconteceu somente no dia 27 de julho, oito dias depois do religação do telefone. E de lá para cá, por mais que se faça esforço, não passamos de dois ou três telefonemas por dia e, às vezes, nenhum.

Tínhamos um carro Corsa. Estava em mau estado. Meus pais venderam o carro no final do mês de agosto, e é com o dinheiro do carro que estamos comendo, pagando as contas, e sobrevivendo até hoje. Só que o dinheiro do carro já, praticamente, acabou. Praticamente não, acabou mesmo. Não sabemos como vai ser daqui para frente. Temos a nossa casa. Será que teremos que vendê-la também por causa da ruindade que fizeram conosco?

Meu pai escreveu uma carta para o presidente da empresa de telefonia contando tudo e pedindo a ele que olhasse para o caso e fizesse uma reparação, já que aquela empresa admitiu que o telefone foi retirado de nós “indevidamente” , como disse a moça de lá, que telefonou no dia 19 de julho. Até hoje não recebemos nenhuma resposta para a carta que o meu pai escreveu. É claro que meus pais vão entrar na Justiça para pedir uma indenização. O advogado disse que nós vamos ganhar, mas que isso vai demorar muito. Disse que pode levar anos. Até dez anos, e isto, nós não podemos esperar.

Meu pai não dorme mais. Passou a tomar calmante. Ele nunca tinha tomado calmantes em toda a vida. Depois da volta do telefone o meu pai adoeceu e ficou cinco dias de cama como um paralítico. Era a mente agindo através da diabetes. A minha mãe está muito nervosa, chora o tempo todo. Está mal da diabetes e da pressão. E passou a sofrer de pânico. Esta tomando remédios, mas não melhora, principalmente da pressão alta. Já esteve em três médicos diferentes, mas não melhora.

Assim é que uma empresa do mal como a que mencionei consegue destruir a vida de uma família inteira. Ou, pelo menos, tenta. Mas aqui não. Nós vamos nos levantar e, como meu pai costuma dizer sacudir a poeira e dar a volta por cima.

O meu pai e a minha mãe sempre nos ensinaram a ter fé em Deus, e nos homens. O meu pai sempre foi muito otimista e nos ensinou a nunca perder a esperança. Nos ensinou a acreditar sempre no amanhã. Ele diz sempre: amanhã é um novo dia que pode trazer muitas surpresas boas. Mas ele também é humano e agora está mudo. Parece que envelheceu muitos anos em três meses. Afinal de contas ele é humano. Está muito deprimido e, mesmo tentando, não consegue disfarçar. A única coisa positiva e firme que ele diz todos os dias é que podem tirar tudo dele, menos a Fé que tem em Deus. No fundo ele sabe que tudo vai voltar a ser como era antes. Ele só não sabe como nem quando. Nenhum de nós sabe e, também, não sabemos o que fazer.

Há algum tempo meu pai e minha mãe passavam as horas livres ou a noite catando endereços de e-mail na Internet. Eles queriam fazer um site com mensagens de otimismo, orações, poesias, e outros textos, e colecionavam estes endereços para, no futuro quando o site deles estivesse pronto, divulgá-lo através destes endereços de e-mail. O meu pai gosta muito de ler e, no site que pretendia criar, pensava em colocar em destaque a Declaração Universal dos Direitos do Homem, da ONU, que guarda em um arquivo que deixa em sua área de trabalho. Hoje ele nem fala mais na idéia do site. Eu li o texto da “Declaração” e retirei dele este trecho, que achei muito oportuno:

Artigo XXV 1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.

Esta carta não é uma denúncia, é um desabafo e um apelo. A idéia de escrevê-la foi minha, os meus pais desaprovaram. Fizemos uma votação e os filhos ganharam. Foram 3 votos contra 2. E o meu pai diz sempre que, pelo menos do portão de nossa casa para dentro, temos que viver em uma democracia.

Assim mesmo, o meu pai e a minha mãe não acreditam que o que estou fazendo vá dar certo. Eu, o meu irmão Diego, que tem 18 anos e, agora, é quem atende a telemensagem, e a minha irmã Diana que tem 10 anos, acreditamos. O meu pai me autorizou a usar aqueles endereços de e-mail que ele e minha mãe conseguiram na Internet, e que estavam guardados para enviar uma mensagem quando o site deles estivesse pronto convidando às pessoas para visitá-lo. Minha mãe olhou esta carta, corrigiu os meus erros de português, mas disse que não iria colocar nenhuma palavra. Então tudo o que está escrito aqui são palavras minhas.

Agora o meu apelo e também de meus irmãos: nós imploramos que você que está recebendo este e-mail nos ajude a reconstruir a nossa telemensagem e a nossa casa. Não temos mais nada para vender. Só não vendemos a geladeira porque é necessária para guardar a insulina, porque, além da insulina, normalmente, só temos guardado nela garrafas de água. Também não vendemos fogão, mesa, camas e outras coisas assim. Não vendemos também o computador porque é nele que ficam guardadas as coisas da telemensagem. E, se Deus quiser, iremos recuperar a nossa telemensagem.

Acreditamos em milagres. Todos nós acreditamos nos milagres de Deus. Estamos, neste momento, a espera de um milagre e temos certeza absoluta de que ele já está sendo preparado. Meu pai disse noutro dia que ele acha que Deus, às vezes, utiliza os homens e mulheres como instrumento para a realização de um milagre. É claro que Deus não precisa disso, Ele pode muito bem fazer tudo sozinho. Mas acontece que fazendo desse jeito Ele aproveita para ir treinando as pessoas para serem mais humanas e solidárias. E pensando nisso eu acho que, talvez, você esteja agora diante de uma excelente oportunidade para servir a Deus como instrumento para um de Seus grandes milagres. Quem sabe?

MATEUS (25, 34-40)
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;
estava nu, e me vestistes;
adoeci, e me visitastes;
estava na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? Ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? Ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.

Assim, se você puder, por favor, nos ajude. Envie-nos qualquer valor, aquilo que não lhe sacrifique. Podem ser centavos que juntaremos a outros, para que minha família possa recomeçar. É esmola mesmo o que estamos pedindo. Mas prometemos que não faremos disto profissão. Prometemos também que se recebermos qualquer dinheiro por causa desta carta, este dinheiro será tratado com imenso respeito porque sabemos que é fruto de seu trabalho. E também porque sabemos que os olhos de Deus estão em toda parte e não dormem, e tememos a Ele. E como retribuição pedimos a Deus que lhe devolva o que fizer por nós, muitas vezes multiplicado, em forma de saúde, felicidade, paz, e prosperidade.

Caso duvidem do que eu acabei de contar, já que vivemos num mundo totalmente dominado pela picaretagem, pode telefonar e falar com o meu pai ou minha mãe. Eles sabem que estou escrevendo esta carta. Tudo que eu contei nós temos como comprovar. Isto não é um golpe para conseguir dinheiro. Se alguém pensar isto poderá investigar a nossa vida. Estamos pedindo que nos ajudem porque estamos vendo a hora em que o coração de meu pai não vai agüentar mais tanto sofrimento e preocupação e vai acabar explodindo.

E se isto acontecer a minha mãe também vai morrer e nós vamos ficar sozinhos. O meu pai não reclama da vida, tenta parecer otimista, procura esconder como pode a aflição que está sentindo, mas mal consegue. Passa a noite inteira acordado no quintal olhando o tempo todo para o céu como se não parasse de rezar. De dia também não dorme, fica calado, é uma pessoa envergonhada e humilhada. De vez em quando, brinca e ri para disfarçar, mas nesses últimos 3 meses emagreceu 15 quilos.

"Não há salvação sem cruz" Devemos agarrar nossa cruz e percorrer o caminho de Jesus. Nossa fé é testada na dificuldade. Não tenhamos medo e sim, demos graça por termos essa cruz pequena comparada a de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Eu sei, perfeitamente, que em comparação com as dificuldades e sofrimentos de tantas outras pessoas pelo Brasil e pelo mundo afora, a nossa história, a nossa cruz, é até leve demais. Mas é a nossa cruz e neste momento temos que descobrir o melhor jeito para carregá-la. Se eu pudesse escolher iria preferir estar recebendo este e-mail e ajudando a quem me enviou do modo que pudesse, do que estar tendo agora que ser eu a enviá-lo. É o mesmo que comparar a situação do povo de Serra Leoa, na África, com a situação de nossos vizinhos argentinos. É claro que em Serra Leoa a situação é muito pior. É o país mais pobre do mundo. Mas, mesmo tendo consciência disso, o povo argentino tem agora que lutar primeiro pela recuperação de seu país, para, se Deus quiser, no futuro, ter condições de poder também ajudar, lutar e trabalhar pelos outros que também sofrem.

Meu pai certa vez, conversando comigo e meus irmãos à mesa, disse que quando alguém pede alguma coisa “pelo Amor de Deus”, não devemos nunca recolher a nossa mão. Porque o Amor de Deus é a coisa melhor que existe no mundo. E eu peço a todos que lerem este e-mail que,

PELO AMOR DE DEUS, nos ajudem!

Caso alguém que esteja recebendo esta correspondência não possa nos ajudar com qualquer quantia (como disse não importa o valor), mas assim mesmo deseje ajudar de algum modo, por favor, mande este e-mail para os conhecidos e para os amigos. E também rezem por nossa família, assim como nós vamos rezar por todos aqueles para quem mandamos este e-mail até o fim de nossas vidas, porque tenho certeza de que ele irá salvar a nossa casa.

O Nome do meu pai é Tadeu e o da minha mãe Maria José. Caso queiram falar com eles podem telefonar para os números (21) 2611-7333 ou (21) 3026-3371. Se resolver nos ajudar pode fazer isto depositando o que puder, na conta de poupança de minha mãe.

Os dados da conta de minha mãe são os seguintes:
Banco Bradesco Agência: 2807-0
Conta Poupança: 6082-8
Em nome de Maria José L. M. de Souza
Identidade (RG) 05637238-6,
emitida em 20.12.1979,
pelo Instituto Félix Pacheco – RJ

Obs.: por favor, repare que se trata de conta de poupança.

Obrigado! Muito Obrigado!

* * * "Um amigo é uma pessoa que entra quando o mundo inteiro sai..."

Muito agradecido por ter lido esta minha carta até o fim e confiante em sua boa vontade e humanidade, peço a Deus que lhe toque o coração mostrando-lhe com clareza a melhor decisão a tomar quanto a este meu pedido, e me despeço com grande esperança, e carinho por todos que leram este meu e-mail.

E se nunca viermos a nos conhecer pessoalmente, assim mesmo com toda a certeza, permaneceremos unidos para sempre nesta nossa caminhada comum e eterna, por essa força extraordinária que rege todo o Universo a que chamamos Deus, a quem peço que nos abençoe a todos, agora e sempre. Um abraço muito forte de seu amigo,

THIAGO MOREIRA DE SOUZA

RG: 020.495.875-5,
emitida em 12.12.2000
PS.: Gostaria muito de receber uma resposta sua.
Peço para que, caso este endereço de e-mail não funcione quando desejar me responder, utilize o seguinte:
santhiago@cidadeinternet.com.br
ou mariatadeu@cidadeinternet.com.br

 

 

  
  
   
   
  
  
    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobe

 

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