.                                                       
                                                                                                                     
                  .DF
                         
.
..                    
.                                                               
    
                          

 

Artigos Temáticos

 

    Principal de Artigos temáticos

 

Domínio Feminino

 

    Artigos
    Seguros
    Oportunidades
    Controle de Qualidade
    Pequenos empresários
    Serviços
    Mediação de Conflitos
    Mercosul
    Finanças&Investimentos
    Idéias
    Opinião
    Internacional

 

Seguros
    Enio Vieira
Fotográfos
    Jean-Marc
    Vantoen Pereira Jr.
Dentista
    F. J. Milheiro
Mercosul
    Marketeck/SA
Internacional
    International Food
    & Beverage Consulting
Serviços
    Pessoais

 

 

 

 

      Distanciamento físico

 

      Maria da Penha Vieira
      28, Setembro/2004

 

 

 

Conheça o Projeto Original

 

 

O regime de internato, alegavam e alegam muitos, que a criança fica privada do convívio familiar. Em tempos atrás, poderia ser uma verdade, para algumas famílias. Nos dias de hoje é um argumento totalmente discutível. Pais e mães que passam o dia inteiro fora de casa e, à noite chegam exaustos e estressados não têm como oferecer muito às suas crianças e isso é uma verdade.

Mães e pais divorciados, vivendo sozinhos precisam sair à noite, ir a jantares, encontros de namorados e seus filhos ficam em casa com empregada, quando não sozinhos mesmo. Então, onde está esse convívio tão alardeado?

Nas famílias biológicas, mesmo o filho ou filhos ainda na primeira infância são apenas cuidados. Esses cuidados podem significar apenas dizer que recebem alimentação, higiene cuidados com saúde. É o que se presume. Mas como garantir, se com as mães trabalhando fora em expediente integral, que a empregada esteja tendo os mínimos cuidados?

Não por acaso a procura por creches cresce e se esses estabelecimentos não representassem custo tão alto no orçamento familiar, o número de creches já estaria muito mais alto. Nas camadas mais pobres ( não significa mais necessitada ou carente ) as mães há muito tempo têm seus filhos guardados por lá enquanto elas trabalham.

A contribuição que uma boa creche, com pessoal especializado, pode oferecer ao desenvolvimento das crianças é imenso e isso é inegável mas não o suficiente. Lá, crianças passam o dia inteiro recebendo muito mais cuidados do que estivessem em casa mesmo aos cuidados das mães. Ao menos da maioria das mães como se vê por estes tempos.

À noite, ao chegar em casa as crianças quase que vão direto para o berço, e, é nesse único momento que muitas mães tocam seus filhos ainda bebês ao trocar-lhes a roupa, mas sem consciência de que esse momento representa uma grande oportunidade de fazer seu bebê sentir a comunicação do afeto, diretamente na pele.

Apenas para reiterar o já dito anteriormente, os casais divorciados oferecem menos ainda e, muito menos, os casais em segundo e terceiro casamentos que vão deixando o rastro de filhos com carências afetivas.

O conceito de abandono precisa ser revisto pois a única forma de entender o não-abandono é a completude afetiva, onde o tocar, o abraçar o beijar e o acarinhar, o conversar com os olhos representa o futuro equilíbrio emocional. Pais que sabem fazer, fazem institivamente. Pais que não sabem não tem como aprender em cursos ou workshops.

 

Tanto para fechar o balangandã-projeto quanto para fechar esta matéria, nada como mais essa miçanga pedagógica, de plástico.

Quem pode adotar
- A inscrição de pretendentes será precedida por um período de preparação pedagógica e emocional.

 

 

Conheça o Projeto Original

 

 

Sobe

DF
Interativas

Amizade

ClubeDF

CtrlQualidade

Participe
Expatriates

Onça

Amor

Seguros

Socorro

Trabalho&

Negócios

Serviços

Separação

Moda

ElesPorEles

Viagem

Cultura

NetColun@

NetHumor

Brechando

Entrevistas

Mulher

JovensElas

Noivas/Noivos

Perfumes

Lar&Casa

Lojas

Saudável

Internacional

Lazer

Lojas

Temáticos

Editorial
Opinião
Editora
DF

[ Domínio Feminino © 1999-2004. Todos os direitos reservados. ] Brasil - Brazil We speak portuguese