O processo de negralização
oficial do Brasil está em marcha disfarçado de combate ao
racismo, por Ensino mais bem cuidado e melhor distribuição
da riqueza. Das polêmicas cotas raciais em prejuízo do mérito
individual. Nosso Obama deve estar se preparando para chegar
ao pódio de Brasília pela força da ditadura da cor da pele.
Em carta aberta
ao Grande Chefe Branco endereçada ao Deputado Paulo Renato
de Souza, ex-ministro da Educação, o sociólogo e doutor em
Geografia Humana Prof. Demétrio Magnoli traz abordagem irretocável
sobre os verdadeiros objetivos da “negralização” do povo brasileiro
como quer a Esquerda fomentar para concluir seu objetivo segregacionista.
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Carta aberta ao Grande Chefe Branco
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Prof.
Demétrio Magnoli
"Bem antes, em 1903, escreveu Os talentosos dez
por cento, em que expunha a tese de que, por meio
de uma criteriosa seleção educacional, um negro
em cada dez poderia converter-se em líder mundial
da raça negra. O artigo começa assim: "A raça
negra, como todas as raças, será salva por seus
homens excepcionais. O problema da educação entre
negros, então, deve antes de tudo concentrar-se
nos 10% talentosos..." Entendeu, agora, a proposta
de cotas? Percebeu que ela nada tem que ver com
um programa de redução de desigualdades sociais?
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leitura.
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Nesta Carta aberta
ao Grande Chefe Branco, Demétrio Magnoli revela o fim, mas
não todos os meios que foram e estão sendo empregados para
consecução final. Nesta Carta, também, não consta aonde estava
a oposição de hoje, no ano de 1991 quando o IBGE introduziu
no Censo, o quesito cor. Inclusive, o próprio Prof. Demétrio
Magnoli.Por volta da década
de 90 ainda não se conseguia concluir para onde sinalizava
o interesse da Esquerda com o tal quesito cor do povo brasileiro
e havia um silêncio perigoso que permitiu chegar ao ponto
em que já estamos: o Brasil dividido em negros e mestiços
e brancos brasileiros.
Divisões políticas,
ideológicas e agora esta guerra entre negros-brasileiros e
brancos-brasileiros. Todos os esforços para atender o populismo
escrachado e ameaçador das Liberdades do povo brasileiro.
Até o Presidente Lula se orgulha da “raça” que conseguimos
criar no Brasil: Pelo Curto brasileiro ( ler
). Com esta, o Presidente Lula nos dá um novo conhecimento
científico de que não somos gente, não somos da raça humana.
Nunca foi minha
intenção ganhar alguma notoriedade quando escrevi o artigo
“A cor não pode passar em branco” - O Censo 91 elegeu o brasileiro
como Padrão nacional, criando Uma escala cromática inusitada
em 15 de setembro de 1991 para a Editoria Idéias/Ensaio do
Jornal do Brasil.
Dia seguinte à publicação
já havia movimento na rua, naturalmente, organizado com muita
antecedência e não por causa do meu artigo. À noite, no programa
do Jô Soares – Onze e Meia – um diretor do IBGE lá estava
para dizer sem nada explicar sobre a importância no tal quesito
cor.
Muito bem, o artigo
“A cor não pode passar em branco” ao qual refiro-me no início,
representou a primeira voz contrária às intenções segregacionistas
em marcha. Só que é bom lembrar que, nada disto teve seu início
naquele ano de 1991.
Ainda com relação
ao artigo “A cor não pode passar em branco” inusitada : por
ter que tratar apenas de um tema, não pude estender-me a outros
aspectos dos interesses da iniciativa do IBGE. E, um dos diversos
interesses, aparentemente, era atender à indústria de cosméticos,
oferecendo estatísticas gratuitas custeadas pelo dinheiro
público.
Havia rumores de
que a Benedita da Silva teria interesses comerciais diretamente
ligados. Não havia provas concretas e até hoje elas não apareceram.
Portanto, continua o rumor no mesmo estado, embora a empresa
tenha se estabelecido e lançado no mercado produtos só para
mulheres de pele negra. A mesma linha existente no Estados
Unidos da América do Norte.
Até aí, produtos
de acordo com a cor da pele morena ou negra, nada condenável,
pelo contrário já que as chances de escolhas
favorecem o das mulheres brasileiras e o fortalecimento da
indústria cosmética. O condenável seriam os
meios para consecução dos fins. Pode-se, rapidamente, deduzir
que benefícios financeiros decorrentes da operação comercial
de âmbito internacional viessem patrocinar a Causa providenciando
aporte financeiro para formar e sustentar nomes na liderança
do Movimento e que líderes negros fossem alçados à política
e criação de ONGs.
As Esquerdas tem
este grande mérito que é saber construir, gramscianamente,
fantasias e empulhação para o bem de poucos com enganação
de muitos. Há, com certeza, exceções em todas as áreas. A
Literatura é uma. Nela, a Esquerda do Partidão elevou nomes
de grande talento e isto é inegável e com o advento das ONGs
tudo ficou dentro de uma modelagem perfeita.
Para finalizar,
convenhamos que montar oposição nesta altura do campeonato
é o maior diploma de arrogância e de incompetência dos opositores
retardatários. Ainda mais quando o poder do dinheiro é
a idelogia de ambos os lados politicos do Congresso brasileiro.
A continuar no passo, o Brasil será dividido não
em duas cores, mas em tons de cinza com cada estado escolhendo
sua cor na base da população confessa.
http://arquivoetc.blogspot.com/2008/11/carta-aberta-ao-grande-chefe-branco.html
http://www.dominiofeminino.com.br/artigos_tematicos/identidade_nacional_cor_raca/cor_do_brasileiro.htm
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